Malária vivax na pré-amazônia maranhense : aspectos epidemiológicos e características clínicas

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorSantos, João Barberino-
Autor(es): dc.creatorRamos, Camila Cristina Bastos Silva Raposo-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-10-14T18:34:14Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-10-14T18:34:14Z-
Data de envio: dc.date.issued2011-05-01-
Data de envio: dc.date.issued2011-05-01-
Data de envio: dc.date.issued2011-05-01-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://repositorio.unb.br/handle/10482/7546-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/634786-
Descrição: dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de Engenharia Florestal, Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais, 2006.-
Descrição: dc.descriptionNo trabalho de campo, foram estudados 140 pacientes, sendo 93% do gênero masculino. A idade dos pacientes variou de 12 meses a 70 anos de idade, com predomínio da idade adulta (73,2%). Apenas 7,8% dos casos foram importados de outros estados ou países. A maioria dos pacientes (69%) estava tendo malaria por mais de uma vez. A média de tempo decorrido entre o início dos sintomas e a realização do diagnóstico foi de três dias, tendo sido iniciado o tratamento com cloroquina e primaquina no mesmo dia do diagnóstico em todos os pacientes. A parasitemia em 36,9% dos casos variou entre 500 a 10000 parasitas/ mm3 (++V). Quanto ao quadro clínico, predominou a tríade clássica: febre (100%), calafrios (97,9%) e sudorese (86,4%). Foram observados também, manifestações de gravidade como: sonolência (1,4%), confusão mental (0,7%), convulsão (1,4%), perda de consciência (1,4%), hemorragia (6,4%) e dispnéia (2,9%). Entre os pacientes internados, foram incluídos 12 pacientes primoinfectados com manifestações clínicas e/ou laboratoriais de gravidade.. O tempo de diagnóstico variou de 6 a 29 dias, porém apenas um paciente apresentou parasitemia acima de 10.000 parasitas/mm3. Com relação à sintomatologia, 10 pacientes apresentaram icterícia, 5 confusão mental, 5 perda de consciência, 2 dispnéia, 1 hemorragia conjuntival e 1 hematúria e hemorragia digestiva alta. A complicação laboratorial mais frequentemente encontrada foi a trombocitopenia presente em 8 pacientes. Hemoglobina inferior a 10g% foi verificada em 4 pacientes. Insuficiência renal foi diagnosticada em 5 pacientes, dos quais apenas 1 necessitou de tratamento dialítico. Todos os pacientes evoluíram de forma favorável após instituição do tratamento específico com cloroquina e primaquina. A malária por P. vivax, embora mais raramente que na infecção pelo P. falciparum, pode evoluir de forma grave, mesmo em áreas endêmicas, onde a maioria das pessoas já tiveram vários episódios maláricos, e portanto, apresenta certo grau de imunidade. Está geralmente associada a retardo no diagnóstico e tratamento, porém costuma responder de forma satisfatória à instituição da terapêutica.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Direitos: dc.rightsAcesso Aberto-
Palavras-chave: dc.subjectMalária - Maranhão (MA)-
Palavras-chave: dc.subjectMalária - epidemiologia-
Título: dc.titleMalária vivax na pré-amazônia maranhense : aspectos epidemiológicos e características clínicas-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional – UNB

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