Formação continuada em gênero de profissionais da Educação Básica no Distrito Federal

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Autor(es): dc.contributorRodrigues, Marlene Teixeira-
Autor(es): dc.contributorstphanie.cerqueira@gmail.com-
Autor(es): dc.creatorCerqueira, Maria Dayssy Stphaníe Rocha-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-10-14T18:14:11Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-10-14T18:14:11Z-
Data de envio: dc.date.issued2021-03-28-
Data de envio: dc.date.issued2021-03-28-
Data de envio: dc.date.issued2021-03-28-
Data de envio: dc.date.issued2020-10-22-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.unb.br/handle/10482/40356-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/626725-
Descrição: dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Serviço Social, Programa de Pós-Graduação em Política Social, 2020.-
Descrição: dc.descriptionGênero e educação constitui um tema que tem sido alvo de diversos embates nas últimas décadas. De um lado, movimentos feministas; de mulheres; raciais; de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transgêneros, Intersexos e outras (LGBTI+) vêm lutando para inclusão de debates sobre diversidade, gênero e questão racial dentro dos espaços escolares, reconhecendo a educação como um dos espaços de transformação da sociedade para igualdade. De outro lado, movimentos conservadores (Nova Direita e Escola Sem Partido) buscam, por diversas vias, impedir que isso ocorra. Diante deste cenário, busquei, nesta pesquisa, identificar como a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), por meio da Subsecretaria de Formação dos Profissionais da Educação (EAPE) enfrentou o desafio de proporcionar às trabalhadoras da educação básica pública, uma formação continuada em e para os Direitos Humanos, especialmente nas temáticas de gênero, entre os anos de 2000 e 2018. A metodologia adotada foi pesquisa documental, por meio da qual analisei os cursos ofertados pela referida subsecretaria. Para chegar ao objetivo realizei a coleta, a sistematização e a análise do material, que revelou as dualidades e contradições que permeiam a educação brasileira desde sua gênese, tanto em nível nacional, como na especificidade do Distrito Federal (DF). A pesquisa demonstrou que apesar da ofensiva conservadora no país, e, em especial no DF, não parece haver interferência na oferta dos cursos pela EAPE durante o período analisado. Não obstante, a proposta de uma educação emancipadora, como a que subjaz ao projeto do Currículo em Movimento, e com cursos voltados para as temáticas de gênero como dimensão para os direitos humanos, estes ocupam lugar secundário nas ofertas da EAPE. Há que se considerar ainda que após a eleição do atual Presidente da República, um representante da Nova Direita, a proposta de retorno a uma educação tecnicista, moralizadora e tradicional ganha novo impulso; portanto, a estratégia que parece ganhar centralidade manifesta-se na alteração da estrutura do Ministério da Educação (MEC), que permite a implantação de escolas cívico-militares, modelo esse prontamente adotado no DF. Apesar de no mesmo ano, em 2019, o Movimento Escola Sem Partido anunciar o fim de suas atividades, o ideário de escola sem partido e antigênero pode permanecer por meio das escolas cívico-militares em gestão compartilhada.-
Descrição: dc.descriptionGender and education has been in the center of many debates throughout the last few decades. On one hand of this debate feminist, women, racial and LGBTI+ movements keep fighting to include subjects like diversity, gender and the racial question within the academic spaces, recognizing education as an important tool for the transformation of the society for seeking for equality. On the other hand, conservative movements (the "New Right" and the "Partyless School" movements in Brazil) try, by their own methods, to suppress it. Facing this scenario, I’ve decided to start this research with the objective of identifying how the "Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal" (SEEDF), through the "Subsecretaria de Formação dos Profissionais da Educação" (EAPE) has faced the challenge of providing to the basic education workers of the public sphere a human rights focused continuous training, especially on the gender thematics from the year of 2000 until the year of 2018. The methodology adopted was a documentary research, through which were analyzed the offered courses by the referred "subscretaria". The research was based on the Federal District (DF) region and began with the gathering, procceding to the sistematization and analysis of all the collected data. The results revealed dualities and contradictions that pervades the brazilian education since its genesis and are tangible on the whole nation as much as in the DF region. The research has shown that despite the conservative offensive in the country and especially in DF, there seems to be no interference in the offer of courses by EAPE, during the analyzed period. Despite that, the idea of an emancipatory education as the one that underlies the Curriculum in Movement project and courses focused on gender issues as a dimension for Human Rights still occupy a secondary role in EAPE's offerings. And when we look at the actual President elected, a representative of the "New Right", we have to consider that the proposition of a return to a technicist, moralizing and traditional education gains a new boost; and the strategy that seems to gain centrality manifests itself through and alteration of the structure of the Ministry of Education (MEC) that allows the implantation civilian-military, adopted right away by the government of DF. Although in the same year, in 2019, the "Partyless School" movement announced the end of its activities, the ideology of a "school without party" and the antigender agenda can remain through shared civic-military management.-
Descrição: dc.descriptionGénero y educación es tema que ha sido centro de innúmeros debates en las últimas décadas. Por un lado, los movimientos feministas; de mujeres; raciales; de Lesbianas, Gays, Bisexua- les, Travestidos, Transexuales, Intersex y otras (LGBTI+) han luchado por la inclusión de estudios sobre diversidad, género y cuestión racial en las escuelas, reconociendo la educación como uno de los espacios de transformación de la sociedad, para la igualdad. De otro lado, movimientos conservadores (Nueva Derecha y Escuela Sin Partido) intentan evitar su imple- mentación. A partir de eso, busqué en esta investigación, identificar como la Secretaría de Estado de Educación del Distrito Federal (SEEDF), Brasil, por intermedio de la Subsecretaria de Formación de los Profesionales de la Educación (EAPE) ha enfrentado el desafío de garan- tizar a las trabajadoras de la educación elemental gratuita, una formación continuada en y para los Derechos Humanos especialmente en los temas de género, entre los años de 2000 y 2018. La metodología adoptada fue una pesquisa documental, por medio del análisis de los cursos de la mencionada Subsecretaría. Para alcanzar el objetivo los pasos que realicé fueron la cole- ta, la sistematización y el análisis de los documentos. Eso reveló las dualidades y contradic- ciones que están presentes en la educación brasileña desde su génesis, en el ámbito nacional y local. La investigación reveló, aunque los ataques conservadores contra la incorporación del debate de género en la educación por todo el país, especialmente en DF, que no hay señales de interferencia en las ofertas de cursos en el período de análisis. Sin embargo, una propuesta de educación para la emancipación como descrito al proyecto de Currículo en Movimiento y con cursos que trabajen las temáticas de género como dimensión para los derechos humanos, ocu- pan posición secundaria en las ofertas de la EAPE. Dicho esto, fuera del recorte de la investi- gación, no se puede dejar de considerar que, con la entrada de un gobierno nacional represen- tante de la Nueva Derecha en 2019, una propuesta de educación tecnicista, moralizadora y tradicional se destacan y se manifiestan en modificaciones de la estructura del Ministerio de la Educación, incluyendo la implantación de escuelas cívico-militares. Aunque el Movimiento Escuela sin Partido tenga finalizado sus actividades, el ideario de escuela sin partido y anti- gênero pueden permanecer por medio de la gestión compartida de escuelas cívico-militares.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Direitos: dc.rightsAcesso Aberto-
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Palavras-chave: dc.subjectProfessores - formação continuada-
Palavras-chave: dc.subjectGênero e educação-
Palavras-chave: dc.subjectEducação em Direitos Humanos-
Palavras-chave: dc.subjectEducação básica-
Título: dc.titleFormação continuada em gênero de profissionais da Educação Básica no Distrito Federal-
Título: dc.titleContinuing education in gender of education workes in the Basic Education in the Distrito Federal - Brazil-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
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