Análise dos fatores de risco do barotrauma da orelha média em pacientes submetidos à oxigenoterapia hiperbárica

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorBahmad Júnior, Fayez-
Autor(es): dc.contributorFarage, Luciano-
Autor(es): dc.creatorLima, Marco Antônio Rios-
Data de aceite: dc.date.accessioned2021-10-14T17:37:03Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2021-10-14T17:37:03Z-
Data de envio: dc.date.issued2013-05-21-
Data de envio: dc.date.issued2013-05-21-
Data de envio: dc.date.issued2013-05-21-
Data de envio: dc.date.issued2013-03-08-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://repositorio.unb.br/handle/10482/13164-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/612159-
Descrição: dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2013.-
Descrição: dc.descriptionIntrodução: O barotrauma da orelha média (BTOM) é o efeito colateral mais comum da oxigenoterapia hiperbárica (OHB). Objetivo: Analisar os fatores de risco do BTOM em pacientes submetidos à OHB. Materiais e Métodos: Estudo analítico prospectivo realizado em pacientes admitidos no Setor de Medicina Hiperbárica no período de maio de 2011 à julho de 2012. As avaliações ocorreram: antes da 1ª sessão, após a 1ª e 15ª sessões e após sessões com sintomas. Durante as avaliações foram realizados: otoscopia com Manobras de Valsalva e Toynbee, otoscopia pneumática, questionário específico, audiometria tonal, imitanciometria e testes de função tubária. Realizou-se ainda endoscopia nasal e tomografia computadorizada de ossos temporais em única ocasião. O BTOM foi graduado pela escala modificada de Edmonds. Resultados: Das 82 orelhas incluídas no estudo, 32 (39%) apresentaram barotrauma (BT) após a 1ª sessão. Das 45 orelhas com capacidade de auto-insuflação, 26,7% apresentaram BT; ao contrário das 37 orelhas sem essa capacidade, 54% BT. Achados de endoscopia nasal, imitanciometria e tomografia de mastoides não evidenciaram diferença significativa entre os grupos com e sem BT. Conclusão: Manobras de Valsalva e Toynbee positivas antes da 1ª sessão, isoladamente ou associadas foram fatores protetores para BTOM por orelha após a 1ª sessão. O teste de Toynbee positivo antes da 1ª sessão isolado ou associado ao teste de Valsalva positivo foi fator protetor para BTOM por orelha após a 1ª sessão. Não houve associação entre as manobras e testes de Valsalva e Toynbee com o BTOM por paciente. Não houve associação significativa entre antecedentes clínicos, otoscopia pneumática, desvio septal obstrutivo, hipertrofia de cornetos, tipo de curva de Jerger, área e volume da mastoide com o BTOM. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT-
Descrição: dc.descriptionIntroduction: The middle ear barotrauma (MEB) is the most common side effect of hyperbaric oxygen therapy (HBOT). Aim: To analyze the risk factors of MEB in patients undergoing HBOT. Materials and Methods: A prospective analytical study performed in patients admitted to the Department of Hyperbaric Medicine from May 2011 to July 2012. Assessments occurred: before the 1st session, after the 1st and 15th sessions and after sessions with symptoms. During the evaluations were performed: otoscopy with Valsalva and Toynbee maneuvers, specific questionnaire, tonal audiometry, tympanometry and tubal function tests. Held even nasal endoscopy and computed tomography of the temporal bones on one occasion. The MEB was a graduate of the modified Edmond’s scale. Results: Of the 82 ears included in the study, 32 (39%) had barotrauma after the 1st session. Of the 45 ears with capacity for self-inflation, 26.7% had barotrauma, unlike the 37 ears without this ability, 54% barotrauma. Findings of nasal endoscopy and impedance showed no significant difference between the groups with and without barotrauma. Conclusion: Positive Valsalva and Toynbee maneuvers before the 1st session, alone or associated were protective factors for BTOM by ear after the 1st session. The positive Toynbee test before the 1st session alone or associated with the positive Valsalva test was protective factor for BTOM by ear after the 1st session. There was no association between maneuvers and tests of Valsalva and Toynbee with BTOM per patient. There was no significant association between clinical history, pneumatic otoscopy, obstructive septal deviation, turbinate hypertrophy, Jerger curve type, area and volume of the mastoid with BTOM.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Direitos: dc.rightsAcesso Aberto-
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Palavras-chave: dc.subjectBarotrauma-
Palavras-chave: dc.subjectOuvidos - doenças-
Palavras-chave: dc.subjectOxigenação hiperbárica-
Título: dc.titleAnálise dos fatores de risco do barotrauma da orelha média em pacientes submetidos à oxigenoterapia hiperbárica-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
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