Museus e decolonialidade – a busca por uma leitura decolonial no Museu da Inconfidência.

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorFonseca, Janete Flor de Maio-
Autor(es): dc.contributorFonseca, Janete Flor de Maio-
Autor(es): dc.contributorAbreu, Marcelo Santos de-
Autor(es): dc.contributorAlmeida, Marcelina-
Autor(es): dc.creatorVidmantas, Guilherme-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-08-11T11:23:59Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-08-11T11:23:59Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-06-01-
Data de envio: dc.date.issued2024-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/21366-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1187892-
Descrição: dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em História. Departamento de História, Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Ouro Preto.-
Descrição: dc.descriptionOs museus desempenham um papel histórico na legitimação de narrativas nacionais e na oficialização de discursos sobre o passado. A partir dessa compreensão, esta dissertação propõe uma leitura crítica da exposição permanente do Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (MG), à luz do referencial teórico da decolonialidade. O trabalho analisa como os discursos museológicos do museu reproduzem silenciamentos, apagamentos e hierarquizações típicos da lógica colonial. A investigação baseia-se nas noções de colonialidade do poder, do saber e do ser, articulando autores como Aníbal Quijano, Walter Mignolo e Nelson Maldonado-Torres. Como produto e prática decolonial, propõe-se a elaboração de um roteiro de visita crítica, fundamentado nas contribuições de Ulpiano Bezerra de Meneses e Françoise Vergès, voltado a educadores, guias de turismo e agentes culturais. O objetivo é oferecer uma ferramenta de mediação que tensione a narrativa expositiva do museu, reinscrevendo sujeitos historicamente marginalizados no circuito da memória nacional e contribuindo para a formação de uma consciência histórica crítica e plural.-
Descrição: dc.descriptionThis dissertation critically examines how the permanent exhibition of the Museu da Inconfidência in Ouro Preto (Brazil) reinforces colonial hierarchies through its discursive practices. Using a decolonial framework, the study analyzes mechanisms of silence and erasure within the museum’s narrative, drawing upon the theoretical work of Aníbal Quijano, Walter Mignolo, and Nelson Maldonado-Torres. It argues that, by foregrounding coloniality of power, knowledge, and being, museums both legitimize and institutionalize selective national memories. Building on contributions from Ulpiano Bezerra de Meneses and Françoise Vergès, the dissertation develops a critical visit itinerary for educators, tour guides, and cultural agents. This tool aims to challenge dominant narratives, reposition marginalized subjects, and promote a plural historical consciousness within the museum context.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Direitos: dc.rightsaberto-
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial 3.0 United States-
Direitos: dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/us/-
Direitos: dc.rightsAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 23/02/2026 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite o uso para fins comerciais.-
Palavras-chave: dc.subjectHistória - estudo e ensino-
Palavras-chave: dc.subjectmuseus e escolas-
Palavras-chave: dc.subjectprofessores - formação.-
Título: dc.titleMuseus e decolonialidade – a busca por uma leitura decolonial no Museu da Inconfidência.-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
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