PARA PENSAR FEMINISMO(S) EM NOVA IGUAÇU: TECENDO TRAMAS ENTRE HISTÓRIA ORAL, MEMÓRIAS COLETIVAS E O ESNINO DE HISTÓRIA A PARTIR DO DIÁLOGO ENTRE GERAÇÕES

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiropt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorSilva, Ladisséa-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-06-22T18:27:29Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-06-22T18:27:29Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-
identificador: dc.identifier.otherPARA PENSAR FEMINISMO(S) EM NOVA IGUAÇU: TECENDO TRAMAS ENTRE HISTÓRIA ORAL, MEMÓRIAS COLETIVAS E O ESNINO DE HISTÓRIA A PARTIR DO DIÁLOGO ENTRE GERAÇÕESpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1180318-
Resumo: dc.description.abstractEsta dissertação tem como objetivo principal pesquisar o movimento feminista de Nova Iguaçu/RJ, suas memórias e complexidades enquanto expressão de um feminismo periférico, articulando-o ao Ensino de História e ao debate sobre gênero na sala de aula. A investigação concentra-se no período de 1986 a 1994, nas experiências de mulheres que participaram de grupos feministas no município, relaciona essas trajetórias às discussões contemporâneas sobre feminismo no contexto escolar. A pesquisa adotou a história oral como metodologia central, permitindo reconstruir práticas, discursos e vivências dessas militantes, destacando formas de resistência construídas em territórios marcados por desigualdades sociais e de gênero. Ao mapear e interpretar fontes históricas, documentais e orais, enfatiza-se a relevância da memória coletiva e dos arquivos pessoais para compreender o feminismo vivenciado em Nova Iguaçu/RJ. O estudo contrasta essas experiências com narrativas hegemônicas do feminismo branco e de classe média, sobretudo do Rio de Janeiro, evidencia especificidades, potências e legados do feminismo local, protagonizado por mulheres vinculadas a diferentes movimentos sociais. Além disso, ressalta-se a importância de reconhecer a história das mulheres como sujeitos coletivo de transformação social e incorporá-la criticamente às aulas de História na rede pública. Como produto pedagógico, desenvolveu-se um podcast baseado nas discussões promovidas pelo Coletivo Novos Olhares, formado por estudantes do segundo e terceiro ano do ensino médio. A proposta visa ampliar o debate de gênero na escola, fomentar reflexões críticas, por meio da escuta ativa, do diálogo e da produção colaborativa de conhecimento, articular temporalidades distintas e aproximar as pautas históricas das feministas de Nova Iguaçu das inquietações atuais das(os) estudantes.pt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectFeminismo periférico; Memórias coletivas; Movimento de Mulheres de Nova Iguaçu; Podcast no Ensino de História; Profhistóriapt_BR
Título: dc.titlePARA PENSAR FEMINISMO(S) EM NOVA IGUAÇU: TECENDO TRAMAS ENTRE HISTÓRIA ORAL, MEMÓRIAS COLETIVAS E O ESNINO DE HISTÓRIA A PARTIR DO DIÁLOGO ENTRE GERAÇÕESpt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Curso: dc.subject.courseMestrado Profissional em Ensino de Históriapt_BR
Área de Conhecimento: dc.subject.disciplineDissertaçãopt_BR
Aparece nas coleções:Textos


Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons