Nomofobia: O Medo de Desconectar

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorUniversidade do Estado do Parápt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorMoraes de Aviz, Ana Sofia-
Autor(es): dc.contributor.authorde Souza Rodrigues, André Luiz-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-05-18T13:41:14Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-05-18T13:41:14Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-
identificador: dc.identifier.otherNomofobia: O Medo de Desconectarpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1178945-
Resumo: dc.description.abstractO material educativo sobre nomofobia foi desenvolvido em duas partes complementares, estruturado para facilitar a compreensão e aplicação prática das informações pelo público jovem adulto. A primeira parte concentra-se na conceituação e nos impactos da nomofobia na saúde. O material inicia definindo nomofobia como uma abreviação de "no mobile phone phobia", explicando que se trata do medo ou ansiedade de ficar sem acesso ao smartphone, embora ainda não seja reconhecido oficialmente como transtorno mental. São apresentados os quatro medos principais que caracterizam a nomofobia: não conseguir se comunicar, perder a conexão com internet e redes sociais, não acessar informações imediatamente e perder a conveniência oferecida pelo aparelho. Dados epidemiológicos revelam que 26% dos adultos jovens apresentam sintomas leves, 51% moderados e 21% graves, demonstrando que a maioria das pessoas experimenta algum nível de desconforto ao ficar sem o celular. O material identifica grupos de maior risco, destacando que mulheres, pessoas mais jovens, usuários com maior tempo diário no smartphone e indivíduos com traços de neuroticismo são mais vulneráveis. Os impactos na saúde são detalhados em quatro categorias: saúde mental (ansiedade, depressão, estresse, baixa autoestima), sono (insônia e má qualidade), desempenho (queda acadêmica, dificuldade de concentração) e comportamento (verificação compulsiva). A primeira parte finaliza com sinais de alerta que ajudam o leitor a identificar se pode estar desenvolvendo nomofobia. A segunda parte foca nas estratégias de desconexão e orientações sobre ajuda profissional. São apresentadas seis categorias de estratégias práticas: reconhecimento do problema (observar sentimentos e frequência de verificação), estabelecimento de limites (horários específicos, zonas livres de celular), redução gradual da dependência (começar com períodos curtos sem o aparelho), desenvolvimento de alternativas saudáveis ​​(atividades sem celular, fortalecimento de relacionamentos presenciais), técnicas de enfrentamento da ansiedade (respiração, questionamento de pensamentos automáticos) e melhoria da higiene do sono. O material também aborda práticas de mindfulness como ferramenta eficaz para reduzir a nomofobia e destaca a importância de atividades sociais e físicas.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent12,8 MB (13.457.981 bytes)pt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypeApresentação PPTX (.pptx)pt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectSmartphonept_BR
Palavras-chave: dc.subjectNomofobiapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectSaúde Mentalpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectEducação em Saúdept_BR
Título: dc.titleNomofobia: O Medo de Desconectarpt_BR
Tipo de arquivo: dc.typeapresentaçãopt_BR
Curso: dc.subject.courseMedicinapt_BR
Área de Conhecimento: dc.subject.disciplineSaúde Mentalpt_BR
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Apresentação_Nomophobia.pptxO material educativo sobre nomofobia foi desenvolvido em duas partes complementares, estruturado para facilitar a compreensão e aplicação prática das informações pelo público jovem adulto. A primeira parte concentra-se na conceituação e nos impactos da nomofobia na saúde. O material inicia definindo nomofobia como uma abreviação de "no mobile phone phobia", explicando que se trata do medo ou ansiedade de ficar sem acesso ao smartphone, embora ainda não seja reconhecido oficialmente como transtorno mental. São apresentados os quatro medos principais que caracterizam a nomofobia: não conseguir se comunicar, perder a conexão com internet e redes sociais, não acessar informações imediatamente e perder a conveniência oferecida pelo aparelho. Dados epidemiológicos revelam que 26% dos adultos jovens apresentam sintomas leves, 51% moderados e 21% graves, demonstrando que a maioria das pessoas experimenta algum nível de desconforto ao ficar sem o celular. O material identifica grupos de maior risco, destacando que mulheres, pessoas mais jovens, usuários com maior tempo diário no smartphone e indivíduos com traços de neuroticismo são mais vulneráveis. Os impactos na saúde são detalhados em quatro categorias: saúde mental (ansiedade, depressão, estresse, baixa autoestima), sono (insônia e má qualidade), desempenho (queda acadêmica, dificuldade de concentração) e comportamento (verificação compulsiva). A primeira parte finaliza com sinais de alerta que ajudam o leitor a identificar se pode estar desenvolvendo nomofobia. A segunda parte foca nas estratégias de desconexão e orientações sobre ajuda profissional. São apresentadas seis categorias de estratégias práticas: reconhecimento do problema (observar sentimentos e frequência de verificação), estabelecimento de limites (horários específicos, zonas livres de celular), redução gradual da dependência (começar com períodos curtos sem o aparelho), desenvolvimento de alternativas saudáveis ​​(atividades sem celular, fortalecimento de relacionamentos presenciais), técnicas de enfrentamento da ansiedade (respiração, questionamento de pensamentos automáticos) e melhoria da higiene do sono. O material também aborda práticas de mindfulness como ferramenta eficaz para reduzir a nomofobia e destaca a importância de atividades sociais e físicas.13,14 MBMicrosoft Powerpoint XML/bitstream/capes/1178945/2/Apresentação_Nomophobia.pptxDownload
Apresentação_Nomophobia.pptx.pdfApresentação em PDF1,33 MBAdobe PDF/bitstream/capes/1178945/3/Apresentação_Nomophobia.pptx.pdfDownload

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