Manejo da dor em unidades de cuidados intensivos pediátricas: revisão de literatura

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorArbex, Márcio Antônio-
Autor(es): dc.contributorPinheiro, Ricardo Barbosa-
Autor(es): dc.creatorAndrade, Lara Hipólito Martins-
Autor(es): dc.creatorScopacasa, Luisa Costa-
Autor(es): dc.creatorSegreto, Maryam de Carvalho-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-30T11:41:29Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-30T11:41:29Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-09-11-
Data de envio: dc.date.issued2024-09-11-
Data de envio: dc.date.issued2021-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.unifoa.edu.br/handle/123456789/13137-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1178342-
Descrição: dc.descriptionIntrodução: O manejo da dor em crianças internadas em unidades de cuidados intensivos constitui um desafio na atualidade. Sabe-se que as escalas de dor pediátricas são complexas e, por vezes, pouco objetivas, uma vez que as crianças podem apresentar dificuldade na comunicação, devido a não compreensão ou discernimento da própria condição, o que torna mais difícil a adequada analgesia e redução do sofrimento nesses pacientes. Objetivo: O objetivo do estudo foi revisar a literatura, para analisar e refletir acerca de alternativas farmacológicas e não farmacológicas disponíveis para o manejo da dor e minimização do sofrimento dos pacientes internados em unidades de cuidados intensivos pediátricos. Método: A pesquisa realizada foi uma revisão da literatura que incluiu 19 artigos que correspondiam ao objetivo do estudo e foram publicados no período de 2011 a 2021. Os artigos incluídos foram identificados por meio de buscas nos bancos de dados Cochrane, PubMed e Scielo. Discussão: A pesquisa desenvolvida evidenciou que a escolha do tratamento farmacológico varia de acordo com a intensidade da dor, no caso de dores leves, os fármacos indicados são o acetaminofeno ou os anti-inflamatórios não esteroidais. Já nas dores moderadas, a terapia recomendada é a associação de analgésicos não opioides e opioides fracos, enquanto nas dores intensas, os fármacos recomendados são os opioides fortes. Entretanto, neste estudo foi demonstrado que o uso de analgésicos opioides em crianças pode causar efeitos como a tolerância e dependência, além de diversas outras manifestações clínicas que variam de náusea e constipação até depressão respiratória e deficiência cognitiva. Conclusão: O estudo concluiu que o melhor tratamento da dor em crianças enfatiza o uso da terapia multimodal através da combinação de analgésicos não opioides para reduzir o risco de toxicidade e eventos adversos. Além disso, a associação dos métodos farmacológicos citados com métodos não farmacológicos de distração, como a realidade virtual demonstraram benefícios significativos na analgesia e atenuação da ansiedade, limitando o uso de opioides.-
Descrição: dc.description28 p.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherCentro Universitário de Volta Redonda-
Publicador: dc.publisherUniFOA-
Publicador: dc.publisherBiblioteca-
Publicador: dc.publisherBrasil-
Palavras-chave: dc.subjectMedicina - TCM-
Palavras-chave: dc.subjectCuidado intensivo pediátrico-
Palavras-chave: dc.subjectManejo da dor pediátrica-
Palavras-chave: dc.subjectDor pediátrica-
Título: dc.titleManejo da dor em unidades de cuidados intensivos pediátricas: revisão de literatura-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional do UniFOA

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