Triagem auditiva neonatal: fatores que influenciam seus resultados - pesquisa no município de Volta Redonda (RJ)

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorCosta, Luciano Rodrigues-
Autor(es): dc.contributorPaula, Flávia Rodrigues Toniolo de-
Autor(es): dc.creatorQuaresma, Daniela de Souza Covinha-
Autor(es): dc.creatorVieitas, Júlia Lima-
Autor(es): dc.creatorSoares, Louisy Severo-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-30T11:41:04Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-30T11:41:04Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-09-09-
Data de envio: dc.date.issued2024-09-09-
Data de envio: dc.date.issued2020-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.unifoa.edu.br/handle/123456789/13110-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1178197-
Descrição: dc.descriptionA privação sensorial da audição nos primeiros anos de vida poderá acarretar dificuldades na aquisição da fala, da linguagem, além de interferir no processo do desenvolvimento de pensamento, inteligência e raciocínio, como também na formação do indivíduo como um todo e até em seu processo de inclusão social (OLIVEIRA, 2002). O reconhecimento da deficiência auditiva como problema de saúde pública impulsionou a obrigatoriedade da realização da Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU), popularmente conhecida como “Teste da Orelhinha”, a partir da lei federal 12.303 (BRASIL, 2010). Este trabalho tem como objetivo compreender a relevância da Triagem Auditiva Neonatal através da coleta de dados e as condições que influenciam em seus resultados de uma amostra de recém nascidos do Hospital São João Batista no município de Volta Redonda, Rio de Janeiro. Trata-se de um estudo de campo quantitativo e qualitativo, o qual abordou variáveis epidemiológicas e clínicas, tanto da mãe quanto da criança, como sexo do recém nascido, tipo de parto, idade gestacional, presença de pré-natal adequado, história familiar de surdez congênita, o peso ao nascer, asfixiados na hora do parto (APGAR), infecções congênitas como HIV, Sífilis, Rubéola, Citomegalovírus, Herpes vírus e Toxoplasmose e avaliação pelo reteste, na TANU baseado nos critérios publicados no Joint Committee of Hearing (1994). Entre o período de dezembro de 2020 a julho de 2021 foi aplicado ao responsável do recém-nascido através de entrevista, coleta de dados da caderneta da criança e resultado do exame de EOA pela fonoaudióloga. Evidenciou-se a estreita relação do sexo biológico, o acometimento maior da orelha esquerda e a presença de infecções congênitas durante a gestação como critérios de falha na Triagem Auditiva Neonatal. Portanto, se faz necessário o registro de resultados da triagem e outros dados do desenvolvimento na Caderneta da Criança como objeto de prevenção e promoção de saúde infantil.-
Descrição: dc.description18 p.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherCentro Universitário de Volta Redonda-
Publicador: dc.publisherUniFOA-
Publicador: dc.publisherBiblioteca-
Publicador: dc.publisherBrasil-
Palavras-chave: dc.subjectLactente-
Palavras-chave: dc.subjectTriagem neonatal-
Palavras-chave: dc.subjectAudição-
Palavras-chave: dc.subjectEmissões otoacústicas-
Palavras-chave: dc.subjectSUS-
Palavras-chave: dc.subjectMedicina - TCM-
Título: dc.titleTriagem auditiva neonatal: fatores que influenciam seus resultados - pesquisa no município de Volta Redonda (RJ)-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional do UniFOA

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