Achados eletrocardiográficos relacionados ao uso de antraciclinas no tratamento oncológico: uma revisão sistemática

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorNascimento, Erivelton Alessandro do-
Autor(es): dc.creatorBastos, Rodrigo Santos-
Autor(es): dc.creatorBrito, Thales Victor Figueiredo-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-30T11:40:28Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-30T11:40:28Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-09-09-
Data de envio: dc.date.issued2024-09-09-
Data de envio: dc.date.issued2020-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.unifoa.edu.br/handle/123456789/13095-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1177963-
Descrição: dc.descriptionIntrodução: As antraciclinas são drogas antineoplásicas de ampla utilização na oncologia. No entanto, a cardiotoxicidade tem se mostrado um efeito colateral importante neste grupo de fármacos e isso vem sendo tema de estudos atuais, principalmente em relação a exames preditores. Entre eles, o eletrocardiograma (ECG) possui bom custo benefício e disponibilidade, porém, necessita de maior validação científica para esse fim. A presente revisão sistemática objetiva identificar achados eletrocardiográficos que o justifiquem como método de rastreio. Metodologia: Revisão sistemática utilizando bases de dados digitais (Scielo, PubMED, Medline, Cochrane e Lilacs) no período de 2010 a 2020 e submetidos ao protocolo Prisma. Resultados: Após avaliação, foram selecionados 9 artigos, incluindo 3 revisões sistemáticas e 6 estudos de coorte prospectivos. Discussão: No ECG, a cardiotoxicidade gerada pelas antraciclinas pode variar de mudanças na frequência cardíaca até arritmias graves, como torsade de pointes. Os achados mais frequentes incluem encurtamento do complexo QRS e prolongamento do intervalo QT corrigido (QTc). Esses efeitos dependem da dose acumulada, da formulação e da forma de administração dos fármacos, assim como de alguns padrões genéticos específicos. A dosagem da albumina modificada por isquemia (IMA) pode ser utilizada em conjunto com o ECG para se obter maior acurácia no rastreio da cardiotoxicidade. Muitos fármacos associados às antraciclinas em esquemas terapêuticos também possuem efeito cardiotóxico comprovado e isso pode interferir nos resultados dos estudos com antraciclinas. Conclusão: Os achados eletrocardiográficos mais importantes incluem estreitamento do complexo QRS e um prolongamento do intervalo QTc. Apesar dos achados serem estatisticamente significantes, o método não apresentou sensibilidade suficiente para ser utilizado como principal método de rastreio, podendo ser utilizado como exame complementar, principalmente quando associado a dosagem da IMA.-
Descrição: dc.description23 p.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherCentro Universitário de Volta Redonda-
Publicador: dc.publisherUniFOA-
Publicador: dc.publisherBiblioteca-
Publicador: dc.publisherBrasil-
Palavras-chave: dc.subjectAntraciclinas-
Palavras-chave: dc.subjectCardiotoxicidade-
Palavras-chave: dc.subjectEletrocardiograma-
Palavras-chave: dc.subjectMedicina - TCM-
Título: dc.titleAchados eletrocardiográficos relacionados ao uso de antraciclinas no tratamento oncológico: uma revisão sistemática-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional do UniFOA

Não existem arquivos associados a este item.