Gengivite necrosante: uma revisão de literatura (Gengivite Ulcerativa Necrosante)

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorLobo, Sérgio Luiz Manes-
Autor(es): dc.contributorFreitas, Rodrigo Xavier de-
Autor(es): dc.creatorMarques, Ana Beatriz Gomes-
Autor(es): dc.creatorGarcia, Fernanda Gabriel-
Autor(es): dc.creatorCortezzi, Lucas Reis-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-30T11:40:07Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-30T11:40:07Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-11-11-
Data de envio: dc.date.issued2025-11-11-
Data de envio: dc.date.issued2022-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.unifoa.edu.br/handle/123456789/13464-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1177823-
Descrição: dc.descriptionA gengivite necrosante (GN) é uma doença infecciosa que afeta o tecido gengival, causando necrose e úlcera, destruindo as papilas do paciente, podendo se tornar sistêmica. Seu desenvolvimento se dá por meio de fatores como hábitos, imunidade baixa, condições preexistentes, e conta com a presença de bactérias da doença, principalmente as espécies Selenomonas spp, Prevotella intermedia, Porphyromonas gingivalis, Fusobacterium nucleatum, Aggregatibcater, actinomycetecomitans, Treponepa spp e Campylobacter rectus. Entretanto, a patogênese da GN não é totalmente conhecida, pois não se sabe se as bactérias presentes causaram a doença ou estão ali por consequência da condição. A GN pode ser confundida com outra patologia, como por exemplo a gengivoestomatite herpética primária, porém a GN precisa ter como sintomas a necrose interproximal, sangramento e dor para ter seu diagnóstico fechado. Seu tratamento é feito em três etapas, onde na primeira é feita uma anamnese detalhada para entender quais fatores podem ter desencadeado a GN, buscando ver o paciente como um todo, para partir para o melhor tratamento, que conta com raspagem da área necrótica para diminuir o foco bacteriano, e instruções de cuidados em casa, como fazer bochecho com peróxido de hidrogênio ou clorexidina, e cortar certos hábitos. Caso o paciente tenha sido afetado de forma sistêmica, é feita a antibioticoterapia. A segunda consulta, que é feita entre 24 e 48 horas após a primeira, consiste em novas sessões de raspagem, reforçando a importância de uma correta higiene oral. E a terceira consulta é para manutenção. Espera-se resultado entre 4 a 6 dias após início do tratamento, e caso não haja melhora, se deve desconfiar de infecção por HIV, que causa imunossupressão. Caso confirmado o diagnóstico de HIV, de forma multidisciplinar com um médico, o paciente pode ser colocado na terapia de modulação da respota do hospedeiro, feita com medicação. Em todo o tratamento o paciente deve estar ciente que precisa haver colaboração para um bom resultado.-
Descrição: dc.description25 p.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherCentro Universitário de Volta Redonda-
Publicador: dc.publisherUniFOA-
Publicador: dc.publisherBiblioteca-
Publicador: dc.publisherBrasil-
Palavras-chave: dc.subjectOdontologia - monografia-
Palavras-chave: dc.subjectGengivite Ulcerativa Necrosante-
Palavras-chave: dc.subjectInfecções por fusobacterium-
Palavras-chave: dc.subjectDoenças periodontais-
Título: dc.titleGengivite necrosante: uma revisão de literatura (Gengivite Ulcerativa Necrosante)-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional do UniFOA

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