Alimentação e seletividade de crianças diagnosticadas com transtorno do espectro autista

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Autor(es): dc.contributorLeoni, Paula Alves-
Autor(es): dc.creatorFerreira, Beatriz Gomes-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-30T11:38:14Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-30T11:38:14Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-08-15-
Data de envio: dc.date.issued2025-08-15-
Data de envio: dc.date.issued2024-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.unifoa.edu.br/handle/123456789/13391-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1177039-
Descrição: dc.descriptionUma característica comum entre as crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é a seletividade alimentar e a atipicidade no comportamento alimentar. Dessa forma o objetivo do presente estudo consistiu em analisar a alimentação e a seletividade em crianças de 2 a 10 anos incompletos diagnosticadas com TEA, indagando os principais alimentos consumidos por esse público e as peculiaridades alimentares relevantes dessas crianças, bem como apontar as características sensoriais mais marcantes que desencadeiam a seletividade. Da amostra entrevistada, nota-se prevalência do sexo masculino (77,8%) com média de idade 6,24 (± 2,01) anos e em sua maioria são crianças eutróficas (56,3%). Observou-se que os entrevistados não precisam de auxílio para se alimentar (88,9%), realizam 4 refeições diárias (50%) e que mais da metade realiza as refeições com o uso de tecnologias (66,7%). Quanto a frequência de consumo nota-se maior repetição de respostas como “nunca” nos alimentos in natura, com exceção das frutas, onde há um consumo regular (55,5%), e maior aceitação a alimentos ultraprocessados. É válido ressaltar que quanto as fontes proteicas, não houve casos de criança que não consuma ao menos mais de uma fonte de proteína. No que tange aos padrões e comportamentos alimentares, no geral as crianças retiram temperos da comida (83,3%), tem o costume de comer sempre os mesmos alimentos (61,1%) e não experimentam novos alimentos (55,6%), possuem um ritual para se alimentar (38,9%) e consomem sempre de mesma marca, embalagem ou personagem (50%). A respeito das características sensoriais, há maior recusa por alimentos de textura líquida (94,4%), além de recusarem alimentos pastosos (77,8%) e crocantes (66,7%). Foi possível observar que há recusa frequente dos alimentos pela sua textura (83,3%), pela cor (61,1%) e pelo odor e pela temperatura (66,7%). Conclui-se então que de forma geral, as crianças com TEA da pesquisa apresentam seletividade alimentar e hábitos e padrões alimentares atípicos, interferindo diretamente na qualidade se sua alimentação e em seu estado nutricional.-
Descrição: dc.description32 p.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherCentro Universitário de Volta Redonda-
Publicador: dc.publisherUniFOA-
Publicador: dc.publisherBiblioteca-
Publicador: dc.publisherBrasil-
Palavras-chave: dc.subjectNutrição - monografia-
Palavras-chave: dc.subjectTranstorno do espectro autista-
Palavras-chave: dc.subjectSeletividade alimentar-
Palavras-chave: dc.subjectCrianças-
Título: dc.titleAlimentação e seletividade de crianças diagnosticadas com transtorno do espectro autista-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional do UniFOA

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