Desenvolvimento de protocolo para avaliação da autocicatrização do concreto com a adição de produto cristalizante e análise das propriedades mecânicas devido ao ataque de íons sulfatos

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorBandeira, Cirlene Fourquet-
Autor(es): dc.contributorMagnago, Roberto de Oliveira-
Autor(es): dc.creatorSilva , Cidirlei de Paula-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-30T11:37:22Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-30T11:37:22Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-03-31-
Data de envio: dc.date.issued2024-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.unifoa.edu.br/handle/123456789/13553-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1176698-
Descrição: dc.descriptionA resistência estrutural do concreto, em ambientes hostis, especialmente quando expostas a íons sulfato, é uma questão de grande importância na engenharia civil. Neste estudo, o foco foi no desenvolvimento de um procedimento experimental para avaliar a autocicatrização do concreto com adição de aditivos cristalizantes, analisando seu desempenho mecânico e a resistência ao ataque dos íons sulfatos. Foram manufaturados corpos de prova com cimento CP III divididos em três grupos: amostra sem aditivo, amostra 1 e amostra 2 com diferentes cristalizantes, sendo os ensaios realizados em duas condições, com e sem a exposição aos íons sulfatos. Para a realização da pesquisa, foram realizados ensaios (resistência à compressão axial) em 7, 14, 28, 56 e 90 dias, bem como análise visual das fissuras, com o intuito de avaliar a capacidade de autocicatrização e selamento ao longo do tempo. Estes resultados indicaram que as amostras com aditivos apresentaram melhor desempenho mecânico e maior resistência à ação dos sulfatos. A amostra 2 contendo o cristalizante “x” obteve os melhores resultados, com incremento médio de até 7% na resistência em comparação à amostra sem adição dos cristalizantes, além de evidências do processo de autocicatrização e selamento parcial das fissuras a partir dos 49 dias. Observou-se queda de desempenho aos 90 dias em todas as amostras expostas ao ataque de sulfatos, com ou sem aditivos, indicando degradação por ataque químico. Com isso, conclui-se que, estes aditivos cristalizantes, contribuíram para mitigação dos efeitos do ataque dos íons sulfatos, melhorando, desta forma, não apenas a durabilidade, mas também o desempenho do concreto. O protocolo proposto nesta pesquisa mostrou-se eficaz, em ambientes com presença de sulfatos, como ferramenta de avaliação do processo de autocicatrização, sendo aplicável em estudos futuros com diferentes materiais e condições adversas de exposição-
Descrição: dc.description84 p.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherCentro Universitário de Volta Redonda-
Publicador: dc.publisherUniFOA-
Publicador: dc.publisherMeMat-
Publicador: dc.publisherBrasil-
Palavras-chave: dc.subjectMEMAT-
Palavras-chave: dc.subjectMateriais - dissertação-
Palavras-chave: dc.subjectDurabilidade-
Palavras-chave: dc.subjectResistência-
Palavras-chave: dc.subjectAutocicatrização - concreto-
Título: dc.titleDesenvolvimento de protocolo para avaliação da autocicatrização do concreto com a adição de produto cristalizante e análise das propriedades mecânicas devido ao ataque de íons sulfatos-
Título: dc.titleDevelopment of a protocol for evaluating the self-healing of concrete with the addition of a crystallizing agent and analysis of mechanical properties due to sulfate ion attack-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional do UniFOA

Não existem arquivos associados a este item.