Consumo alimentar de beneficiários do Bolsa Família no Bairro Coqueiros, Volta Redonda-RJ

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Autor(es): dc.contributorNeves, Alden dos Santos-
Autor(es): dc.creatorSantos, Aline Pereira dos-
Autor(es): dc.creatorCosta, Stéfani Jaqueline Silva-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-30T11:36:44Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-30T11:36:44Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-12-18-
Data de envio: dc.date.issued2025-12-18-
Data de envio: dc.date.issued2024-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.unifoa.edu.br/handle/123456789/13515-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1176469-
Descrição: dc.descriptionEste estudo tem como objetivo analisar o consumo alimentar de beneficiários do Programa Bolsa Família, buscando compreender como a possível influência da transferência de renda nas escolhas alimentares e na segurança alimentar da população. Pretende-se ainda fornecer subsídios para o aprimoramento de políticas públicas voltadas à promoção de uma alimentação saudável. A pesquisa foi realizada com 30 beneficiários cadastrados no programa, todos acompanhados pelo Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) há pelo menos 6 meses. A coleta ocorreu no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) localizado no Bairro Coqueiros em Volta Redonda, durante o mês de julho de 2025, com participantes escolhidos de forma voluntária, conforme a disponibilidade de acesso. Os participantes responderam ao questionário de frequência alimentar do SISVAN, que registra o consumo de diferentes grupos alimentares. Os resultados obtidos indicam que 66,7% têm o hábito de realizar as refeições utilizando dispositivos eletrônicos, e que o almoço é a refeição mais frequente (100%), seguido pelo jantar (90%) e café da manhã (76,7%). A média de consumo de alimentos in natura, como feijões, frutas, verduras e legumes, foi de 65,5%, enquanto alimentos ultraprocessados corresponderam a 43,3% das respostas. Embora a ideia do programa seja contribuir para o acesso alimentar para a população, garantindo ao menos 4 refeições diárias, ainda se observa a predominância de escolhas alimentares influenciadas por fatores econômicos e culturais. Conclui-se que o Bolsa Família pode contribuir para o acesso alimentar, podendo garantir quantidade, mas não assegura qualidade nutricional. O estudo reforça a importância de ações complementares como educação nutricional e o incentivo no consumo de alimento in natura, para que as políticas públicas de renda e alimentação atuem juntas na promoção da saúde e de qualidade de vida.-
Descrição: dc.description32 p.-
Formato: dc.formatapplication/octet-stream-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherCentro Universitário de Volta Redonda-
Publicador: dc.publisherUniFOA-
Publicador: dc.publisherBiblioteca-
Publicador: dc.publisherBrasil-
Palavras-chave: dc.subjectNutrição - monografia-
Palavras-chave: dc.subjectConsumo alimentar - Bolsa Família-
Palavras-chave: dc.subjectSegurança nutricional-
Palavras-chave: dc.subjectPolíticas públicas - hábitos alimentares-
Título: dc.titleConsumo alimentar de beneficiários do Bolsa Família no Bairro Coqueiros, Volta Redonda-RJ-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional do UniFOA

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