Avaliação da incidência de má oclusão na Clínica Integrada Infantil do UniFOA

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorBittencourt, Pedro Augusto Peixoto-
Autor(es): dc.contributorFaria, Maria Lívia S. Tavares de-
Autor(es): dc.creatorSilva, Aline Said da-
Autor(es): dc.creatorValim, Bruna Costa Ferreira-
Autor(es): dc.creatorAlmeida, Matheus Graziel-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-30T11:36:36Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-30T11:36:36Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-11-11-
Data de envio: dc.date.issued2025-11-11-
Data de envio: dc.date.issued2023-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.unifoa.edu.br/handle/123456789/13462-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1176422-
Descrição: dc.descriptionAs más oclusões possuem etiologia multifatorial, sendo caracterizadas pela presença de irregularidades no alinhamento dentário e por desarmonias esqueléticas. Podem incidir na dentição decídua e mista, podendo ser diagnosticadas e tratadas na ainda dentição decídua, evitando assim que a má oclusão interfira no desenvolvimento da criança. Em nosso estudo, analisamos o total de 20 crianças da Clínica Integrada Infantil do UniFOA, Volta Redonda-RJ, separadas em gênero masculino e feminino, com idade variando de 4 a 11 anos, com o objetivo de observar as incidências de má oclusão e comparar os resultados com estudos anteriores. Pacientes em tratamento ortodôntico ou portadores de dentição permanente foram excluídos da pesquisa. Neste estudo foi observado que somente 13% das crianças não apresentaram nenhuma alteração na oclusão e 87% da amostra possuía algum tipo de má oclusão. A mordida cruzada posterior foi a má oclusão com maior incidência, com total de 29%, sendo 19% meninos e 10% meninas, por conseguinte, mordida cruzada anterior com 26%, 10% meninos e 16% meninas. Mordida aberta apresentou a mesma incidência de 26%, porém, sendo 13% meninos e 13% meninas, com menos incidência, mordida profunda, correspondeu a apenas 6%, 3% meninos e 3% meninas. Com os resultados deste estudo, foi verificado que a maioria das crianças da amostra apresentava algum tipo de má oclusão, sendo a mordida cruzada posterior a mais predominante. Devido ao número elevado de incidência de má oclusão, políticas públicas para tratamento dessa enfermidade deveriam ser implementadas para que mais crianças tenham acesso ao diagnóstico e tratamento precoce.-
Descrição: dc.description34 p.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherCentro Universitário de Volta Redonda-
Publicador: dc.publisherUniFOA-
Publicador: dc.publisherBiblioteca-
Publicador: dc.publisherBrasil-
Palavras-chave: dc.subjectOdontologia - monografia-
Palavras-chave: dc.subjectMordida aberta-
Palavras-chave: dc.subjectMá oclusão-
Palavras-chave: dc.subjectMordida cruzada-
Título: dc.titleAvaliação da incidência de má oclusão na Clínica Integrada Infantil do UniFOA-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional do UniFOA

Não existem arquivos associados a este item.