Ensino da dor mediado por atividade lúdica para graduandos do curso e fisioterapia

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Autor(es): dc.contributorPereira, Carlos Alberto Sanches-
Autor(es): dc.creatorCardozo, Gustavo Ferraz-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-04-30T11:35:14Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-04-30T11:35:14Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-04-14-
Data de envio: dc.date.issued2022-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.unifoa.edu.br/handle/123456789/13606-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1175878-
Descrição: dc.descriptionA neurociência contemporânea da dor impulsiona um debate científico e atual, abrangendo o campo clínico e introduzindo novas definições e classificações. A partir de maio de 2019, a dor crônica foi incluída na Classificação Internacional de Doenças (CID-11), com enfoque nas bases neurofisiológicas. A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) formou uma força-tarefa global que redefiniu a dor, considerando que a abordagem por mecanismos neurofisiológicos é considerada, teoricamente, superior em relação a tratamentos baseado em sinais e sintomas. Autores como Clifford Woolf e Mitchell Max enfatizaram, há mais de duas décadas, a relação da dor com disfunções do sistema nervoso, transcendendo lesões teciduais. As definições atuais propõem que “agora sabemos que alguns tipos de dor, embora não estejam associados a lesão tecidual, estão associadas a disfunções do sistema nervoso”, promovendo o entendimento pautado em uma ampla conceituação que considera múltiplas possibilidades biológicas (incluindo o sistema nervoso e cérebro) e influências psicossociais, dentro de um modelo complexo e multidimensional em saúde, o modelo biopsicossocial. A avaliação por mecanismos neurofisiológicos (neuropático, nociceptivo e nociplástico) permite abordagens individualizadas, ultrapassando paradigmas patoanatômicos e cinesiopatológicos. Ignorar esses mecanismos prejudica a orientação da reabilitação conforme proposto pelas pesquisas atuais. Uma lacuna entre a geração, divulgação científica e aplicação clínica surge. Daí a proposta de um recurso educacional inovador: o QuestionaDor. Trata-se de um jogo interativo, destinado a alunos de fisioterapia do último ano, visando aprofundar o estudo das evidências atuais sobre dor de maneira envolvente e lúdica. O estudo é exploratório e quali-quantitativo, visando alunos de Fisioterapia no último período de uma instituição no interior do Rio de Janeiro. Espera-se que esses participantes adquirirão maior habilidade diagnóstica e prognóstica ao ingressarem no mercado de trabalho, favorecendo a adesão aos tratamentos. O produto educacional busca aliviar dificuldades na compreensão dos mecanismos neurofisiológicos da dor, aumentando a confiança e precisão dos futuros fisioterapeutas em sua abordagem com essa condição.-
Descrição: dc.description165 p.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
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Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherCentro Universitário de Volta Redonda-
Publicador: dc.publisherUniFOA-
Publicador: dc.publisherMECSMA-
Publicador: dc.publisherBrasil-
Palavras-chave: dc.subjectMECSMA-
Palavras-chave: dc.subjectCiências da saúde - dissertação-
Palavras-chave: dc.subjectDor - educação-
Palavras-chave: dc.subjectAprendizagem significativa - teoria-
Palavras-chave: dc.subjectRecursos lúdicos-
Título: dc.titleEnsino da dor mediado por atividade lúdica para graduandos do curso e fisioterapia-
Título: dc.titleTeaching pain management through play-based activities for undergraduate physiotherapy students-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional do UniFOA

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