Rotas, ritos e saberes das parteiras de Açailândia-MA: o Ensino de História das mulheres com o uso das pedagogias decoloniais na Eucação Básica

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Federal do Norte do Tocantinspt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorTeixeira, Andressa-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-03-24T17:54:56Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-03-24T17:54:56Z-
Data de envio: dc.date.issued2026-
identificador: dc.identifier.otherAndressa Nascimento Teixeira UFNTpt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1174374-
Resumo: dc.description.abstractO presente estudo trata das memórias e dos saberes ancestrais das parteiras de Açailândia-MA, e das possibilidades de inclusão das mulheres no Ensino de História. Enfrentei o desafio de pesquisar e incluir experiências femininas no currículo de História, a partir do uso da metodologia da história oral recuperando as trajetórias e os saberes de quatro (04) mulheres parteiras da comunidade. Os referenciais teóricos/metodológicos contaram com o uso da História Oral Localizada de Ramos Júnior (2024), das pedagogias decoloniais de Catherine Walsh (2013), do feminismo negro de Lélia Gonzalez (2020), da interseccionalidade de Patricia Hill Collins (2019), da decolonialidade do gênero de María Lugones (2014), e para as construções das minibiografias das mulheres parteiras utilizei como referência as contribuições de Margareth Rago (2018). Este estudo se justifica a partir da Lei 14.986/24 que altera a LDB/1996 garantindo e exigindo o Ensino da História das mulheres no ensino fundamental e médio, e da patrimonialização pelo Iphan dos saberes ancestrais das parteiras tradicionais do Brasil (2024). Procurei não deixar que as memórias das parteiras se apaguem, garantindo não só a visibilidade historiográfica dos seus saberes, fazeres e trajetórias, mas, principalmente, a necessidade de valorização e ensino dos saberes femininos numa sociedade misógina, masculinista, machista, racista e etarista. O problema da pesquisa consistiu em identificar quem são as parteiras de Açailândia-MA, compreender suas trajetórias e saberes, e analisar o que suas práticas podem ensinar às/aos discentes do século XXI, especialmente no que se refere ao corpo, à maternidade e ao cuidado, além de refletir como esses conhecimentos podem ser incluídos no currículo do Ensino de História na educação básica. Por fim, após a realização de oficinas nos anos finais do ensino fundamental na Escola Municipal Raimundo Telefre Sampaio, em Açailândia-MA com a turma do 9º ano, elaborei um caderno pedagógico decolonial sobre as mulheres parteiras em diálogo com as/os discentes de Açailândia-MA. Portanto, a partir dessa pesquisa evidenciei a riqueza dos saberes, fazeres e trajetórias das mulheres parteiras da cidade e da necessidade de um Ensino de História comprometido com a História das Mulheres e com as práticas pedagógicas decoloniais.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent14425 KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypepdfpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsCC0 1.0 Universal*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/*
Palavras-chave: dc.subjectEnsino de Históriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectProfHistóriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectMulheres Parteiraspt_BR
Palavras-chave: dc.subjectAçailândia-MApt_BR
Palavras-chave: dc.subjectSaberes e Fazeres Femininospt_BR
Palavras-chave: dc.subjectPedagogias Decoloniaispt_BR
Título: dc.titleRotas, ritos e saberes das parteiras de Açailândia-MA: o Ensino de História das mulheres com o uso das pedagogias decoloniais na Eucação Básicapt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Curso: dc.subject.courseMestrado Profissional em Ensino de Históriapt_BR
Área de Conhecimento: dc.subject.disciplineDissertaçãopt_BR
Aparece nas coleções:Materiais ProfHistória

Arquivos associados:
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