Reprodução social na Base Nacional Comum Curricular: possibilidades para uma geografia escolar no feminino

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorVilela, Carolina Lima-
Autor(es): dc.creatorOliva, Victoria Ferreira-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-03-13T20:58:49Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-03-13T20:58:49Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-02-20-
Data de envio: dc.date.issued2025-02-20-
Data de envio: dc.date.issued2022-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://petrus.cp2.g12.br/handle/123456789/3569-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1173930-
Descrição: dc.descriptionNeste artigo, consideramos as contribuições das epistemologias feministas e da Geografia feminista para realizar uma análise das habilidades da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Entendendo que a Geografia Escolar reproduz em seu currículo uma lógica economicista, ligada à produção econômica, este artigo tem como intenção visibilizar a possibilidade de construir uma Geografia Escolar no feminino, que coloque a reprodução social dos alunos no centro do discurso. Assim, as habilidades da BNCC para os segmentos finais do Ensino Fundamental (6°, 7°, 8° e 9° anos) foram analisadas e categorizadas entre: lógica produtiva, lógica reprodutiva e potencial insuficientemente explorado. Essa categorização foi precedida por um debate teórico sobre o pensamento feminista e a definição de critérios compatíveis com cada uma delas. Os resultados comprovaram que os enunciados economicistas são preponderantes, mas que podemos desenhar possibilidades para uma nova Geografia, mais comprometida com conhecimentos localizados, com o trabalho reprodutivo, com o cotidiano dos alunos e com a proteção da natureza.-
Descrição: dc.descriptionEn este artículo, consideramos los aportes de las epistemologías feministas y de la Geografía feminista para realizar un análisis de las habilidades de la Base Nacional Común Curricular (BNCC) brasileña. Debido a que la Geografía Escolar reproduce en su currículo una lógica economicista, ligada a la producción económica, este artículo propone visibilizar la posibilidad de construir una Geografía Escolar en femenino, en que la reproducción social de los alumnos esté en el centro del discurso. En ese sentido, las habilidades de la BNCC para los segmentos finales de la Enseñanza Fundamental (6°, 7°, 8° y 9° años) han sido analizadas y categorizadas entre: lógica productiva, lógica reproductiva y potencial insuficientemente explotado. Esa categorización fue precedida por un debate teórico sobre el pensamiento feminista y la definición de criterios compatibles con cada una de ellas. Los resultados han comprobado que los enunciados economicistas son preponderantes, pero que es posible dibujar posibilidades para una Geografía renovada, más comprometida con los saberes localizados, con el trabajo reproductivo, con el cotidiano de los alumnos y con la protección de la naturaleza.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Palavras-chave: dc.subjectGeografia - Estudo e ensino-
Palavras-chave: dc.subjectCurrículos - Geografia-
Palavras-chave: dc.subjectBase Nacional Comum Curricular-
Palavras-chave: dc.subjectFeminismo e educação-
Palavras-chave: dc.subjectReprodução social-
Palavras-chave: dc.subjectProdução (Teoria econômica)-
Título: dc.titleReprodução social na Base Nacional Comum Curricular: possibilidades para uma geografia escolar no feminino-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional Petrus - Colégio Pedro II

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