Cartas afromemorialísticas para minha avó: pelo nosso direito à literatura-negra-feminina

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Autor(es): dc.contributorFreire, Sílvia Barros da Silva-
Autor(es): dc.creatorBrito, Aline Regina Cardozo de-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-03-13T20:58:24Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-03-13T20:58:24Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-07-15-
Data de envio: dc.date.issued2024-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://petrus.cp2.g12.br//handle/123456789/3842-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1173793-
Descrição: dc.descriptionO presente artigo traz à tona a literatura-negra-feminina como parte de um processo pedagógico primordial e como uma outra maneira de se pensar/ler o Brasil a partir de enfoques negro-epistemológicos. Logo, tal literatura deve ser escrita/pensada/lida como um direito da população brasileira, principalmente no que tange às populações afro-diaspóricas. Em consequência, através da escrita de cartas “endereçadas” a uma ancestral - minha avó - (re)afirmo a escrita literária das mulheres negras através dos tempos. Neste caso, minha avó seria, na realidade, o corpo coletivo de nossas avós: uma representação onipresente de nossas antepassadas cujas histórias-escreviventes se entrelaçam a outras vidas afro-diaspóricas e a personagens/aspectos da literatura-negra-brasileira. Apoiado por características afro-éticas e afro-estéticas, este processo literário cria um movimento metodológico cujos caminhos levam a uma Pedagogia Sankofa necessária e urgente. Esse movimento deveria ser indissociável do desenvolvimento da criticidade discente nas escolas, além de estar em consonância com a Lei no. 10.639/2003, visto que seus parágrafos defendem o uso da cultura africana e afro-brasileira inseridas na prática das instituições educacionais.-
Descrição: dc.descriptionThis article brings to light Black-female-literature as part of a primordial pedagogical process and as another way of thinking/reading Brazil from a black epistemological perspective. Therefore, such literature must be written/thought/read as a right of the Brazilian population, especially with regard to Afro-diasporic populations. Consequently, through the writing of letters “addressed” to an ancestor (my grandmother), I (re)affirm the literary writing of Black women throughout time. In this case, my grandmother would be, in reality, the collective body of our grandmothers: an omnipresent representation of our ancestors whose stories (escrevivência) intertwine with other Afro-diasporic lives and with characters/aspects of Black Brazilian literature. Supported by afro-ethical and afro-aesthetic characteristics, this literary process creates a methodological movement whose paths lead to a necessary and urgent Sankofa Pedagogy. This movement should be inseparable from the development of student critical thinking in schools, in addition to being in line with Law 10.639/2003, given that its paragraphs defend the use of African and Afro-Brazilian culture inserted into the practice of educational institutions.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Palavras-chave: dc.subjectRelações étnico-raciais - Estudo e ensino-
Palavras-chave: dc.subjectLiteratura brasileira - Escritores negros-
Palavras-chave: dc.subjectEscritoras negras-
Palavras-chave: dc.subjectAncestralidade-
Palavras-chave: dc.subjectCorrespondência - Memórias-
Palavras-chave: dc.subjectEpistemologia social - Questões raciais-
Palavras-chave: dc.subjectPedagogia Sankofa-
Título: dc.titleCartas afromemorialísticas para minha avó: pelo nosso direito à literatura-negra-feminina-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional Petrus - Colégio Pedro II

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