Não sei desenhar?: emancipando linhas

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorSouza, Raquel Teixeira de-
Autor(es): dc.creatorCardoso, Isabela Alves-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-03-13T20:57:55Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-03-13T20:57:55Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-11-02-
Data de envio: dc.date.issued2024-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://petrus.cp2.g12.br//handle/123456789/4016-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1173638-
Descrição: dc.descriptionEste trabalho investiga a linha para além de um elemento estrutural no desenho, a fim de superar a herança eurocêntrica no ensino das Artes Visuais, tomando como ponto de partida a frequente afirmação "não sei desenhar" entre estudantes. Com base na experiência docente da autora, professora de Artes Visuais na Baixada Fluminense (RJ) e fundamentado teoricamente em Edith Derdyk ("O Corpo da Linha"), o trabalho propõe abordagens alternativas que emancipam a prática do desenho de modelos tradicionais. Desenvolvido durante Especialização no Colégio Pedro II, a pesquisa analisa conceitos como curadoria pedagógica e linhas emancipadas, demonstrando como a desconstrução de padrões hegemônicos pode favorecer novas formas de expressão gráfica. As investigações estéticas autorais, enquanto parte de um caderno de artista, apontam caminhos outros para as Artes Visuais num viés da Educação, enfatizando a valorização de múltiplas linguagens, processos criativos individuais e/ou coletivos. Este trabalho contribui para o campo da Arte na Educação ao apresentar experiências concretas que contestam limitações impostas pela tradição acadêmica herdada do Academicismo europeu, oferecendo subsídios que podem colaborar com a emancipação de linhas colonizadas.-
Descrição: dc.descriptionThis work investigates the line beyond its structural function in drawing, proposing it as an element of rupture against the Eurocentric heritage in Visual Arts education. The starting point is the recurring statement “I can’t draw,” often expressed by students, which reveals the limits imposed by hegemonic models of representation. The research is grounded in the author’s teaching experience as a Visual Arts teacher in Baixada Fluminense (RJ) and theoretically supported by Edith Derdyk (O corpo da linha), in order to propose alternative approaches that emancipate drawing practices. Developed within the framework of the Specialization program Saberes e Fazeres no Ensino de Artes Visuais at Colégio Pedro II, the study articulates concepts of pedagogical curation and the emancipated line, demonstrating how the deconstruction of academic patterns can foster new forms of graphic expression. The author’s own aesthetic investigations, recorded in an artist’s notebook, point to other possible pathways for Visual Arts education, emphasizing the value of multiple languages and creative processes, both individual and collective. Thus, this work contributes to the field of Art and Education by presenting concrete experiences that challenge limitations inherited from European Academicism, offering insights that may support the emancipation of colonized lines.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Palavras-chave: dc.subjectArtes visuais - Estudo e ensino-
Palavras-chave: dc.subjectDesenho - Estudo e ensino-
Palavras-chave: dc.subjectCriatividade-
Palavras-chave: dc.subjectPráticas pedagógicas-
Palavras-chave: dc.subjectEducação decolonial-
Título: dc.titleNão sei desenhar?: emancipando linhas-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional Petrus - Colégio Pedro II

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