A inclusão de alunos com mobilidade reduzida em aulas experimentais de química no Colégio Pedro II

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorMandarino, Bianca da Rocha-
Autor(es): dc.contributorAlves, Daniela Meyer Fernandes-
Autor(es): dc.creatorPereira, Leandro da Silva-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-03-13T20:57:47Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-03-13T20:57:47Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-06-13-
Data de envio: dc.date.issued2020-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://petrus.cp2.g12.br//handle/123456789/3774-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1173593-
Descrição: dc.descriptionA história mostra que sempre a sociedade nutre um certo desprezo para lidar com pessoas que fujam dos padrões físicos definidos como “normais” por essa mesma sociedade. Com o passar do tempo, o pensamento excludente vem dando lugar a um olhar mais acolhedor. Isso fez com que essas pessoas passassem a ter voz e direitos que há tanto tempo lhes eram negados. Atualmente, a PCD (Pessoa Com Deficiência), tem o direito de estudar, trabalhar, praticar esportes, participar de eventos culturais e acessar qualquer espaço seja ele público ou privado. No que se refere ao direito a Educação, o Brasil vem implementando uma série de leis voltadas para que a PCD ingresse e conclua a escolarização básica. De certa forma, essas leis vêm aumentando o quantitativo de alunos PCD nas escolas, entretanto, esses números ainda são baixos se comparados com a quantidade de pessoas que declararam possuir alguma deficiência. Além disso há outros fatores que dificultam o processo de escolarização da PCD, o despreparo dos professores em lidar com as necessidades específicas do público PCD e as condições precárias que algumas escolas oferecem para os alunos deficientes. Dessa forma, o percurso metodológico do presente trabalho buscou analisar documentos referentes a um curso de formação de professores de Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro campus Duque de Caxias, com vistas a compreender o tipo de formação que o licenciando recebe para trabalhar com alunos com deficiência. Além disso, foram feitas visitas e observação de aulas experimentais de Química em turmas de alunos do Colégio Pedro II, campi Niterói e São Cristóvão III. Tanto os alunos deficientes quanto os professores foram entrevistados e responderam a um questionário. Com o presente estudo foi possível concluir que o processo de inclusão vem ocorrendo e mesmo nas instituições que contam com uma estrutura mais privilegiada de espaços e de verba, podem ocorrer inúmeras situações de exclusão e preconceito, deixando bem claro que ainda há muitas barreiras a serem superadas para que o processo de inclusão ocorra de fato.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Palavras-chave: dc.subjectQuímica - Estudo e ensino-
Palavras-chave: dc.subjectInclusão escolar-
Palavras-chave: dc.subjectPessoas com deficiência-
Palavras-chave: dc.subjectLaboratórios de química-
Título: dc.titleA inclusão de alunos com mobilidade reduzida em aulas experimentais de química no Colégio Pedro II-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional Petrus - Colégio Pedro II

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