Úrsula: escravização e patriarcado na obra de Maria Firmina dos Reis

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorSantos, Helio de Sant´Anna dos-
Autor(es): dc.creatorGalvão, Mainara de Freitas-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-03-13T20:56:26Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-03-13T20:56:26Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-11-24-
Data de envio: dc.date.issued2024-11-24-
Data de envio: dc.date.issued2021-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://petrus.cp2.g12.br/handle/123456789/3403-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1173176-
Descrição: dc.descriptionA presente pesquisa tem como intuito analisar o romance Úrsula (1859) da autora e professora Maria Firmina dos Reis, escritora maranhense que viveu boa parte de sua vida em Guimarães, região provinciana. Foi uma das precursoras da Literatura negro-brasileira (Cuti) e uma das primeiras intelectuais negras do Brasil. A autora fundou uma das primeiras escolas mistas brasileiras. Maria Firmina dos Reis é reconhecida como uma das pioneiras na denúncia do regime escravocrata, por meio de Úrsula, que foi publicada pela Tipografia do Progresso. Na primeira edição assinada como ― uma maranhense ― já denunciava um recurso comum que invisibilizava as escritoras no século XIX, de ocultar suas respectivas autorias, como: Nísia Floresta Augusta, Narcisa Amália, Amélia Rodrigues, entre outras. O prólogo do romance também revela outras estratégias que as autoras oitocentistas utilizavam para adentrar no espaço enunciativo. Úrsula questiona os valores de uma sociedade escravocrata do século XIX; e também interpela as noções de uma sociedade patriarcal. A autora foi silenciada da literatura brasileira por mais de um século. O seu romance de estreia só foi revisitado em 1975 e Horácio Almeida foi o responsável pela 2º edição fac-símile. A obra de Maria Firmina dos Reis ficou por muito tempo silenciada do cânone literário, somente há pouco tempo sua escrita e trajetória têm sido rememorada por estudiosos da obra e da autora. A narrativa inaugura a subjetividade dos personagens negros dentro da prosa em língua portuguesa. O romance instaura um marco no romance brasileiro, questionando as noções raciais e de gênero no Brasil oitocentista. Para fundamentar a pesquisa, utilizaremos os estudos de Miranda (2018; 2019), Machado (2019), Lobo (2014), Duarte (2009), Muzart (1990), entre outros.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Palavras-chave: dc.subjectRelações étnico-raciais - Estudo e ensino-
Palavras-chave: dc.subjectLiteratura brasileira-
Palavras-chave: dc.subjectLiteratura afro-brasileira-
Título: dc.titleÚrsula: escravização e patriarcado na obra de Maria Firmina dos Reis-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional Petrus - Colégio Pedro II

Não existem arquivos associados a este item.