Mulheres negras no ensino de História: transgressão e valores civilizatórios afro-brasileiros na sala de aula

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorSilva, Alessandra Pio-
Autor(es): dc.creatorRossotti, Beatrice-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-03-13T20:55:00Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-03-13T20:55:00Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-04-07-
Data de envio: dc.date.issued2024-04-07-
Data de envio: dc.date.issued2018-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://petrus.cp2.g12.br/handle/123456789/2768-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1172724-
Descrição: dc.descriptionO objetivo principal do trabalho foi compreender algumas das possibilidades de transgredir o currículo escolar eurocêntrico inserindo “novos” agentes sociais históricos. Optamos por fundamentar este trabalho nas noções de “transgressão” e de “valores civilizatórios afro brasileiros”. Bell Hooks (2013) apresenta a noção de transgressão em seu livro Ensinando a Transgredir, juntamente com outros conceitos, para repensarmos nossas práticas de ensino, assim como as estruturas escolares. A transgressão por si só é capaz de construir algo concreto e objetivo, como também deve ser encarada como um modo de abrir novos horizontes. Sendo assim, inserimos junto a esse conceito os “valores civilizatórios Afro Brasileiros”, desenvolvidos por Azoilda Loretto da Trindade (2010). Essa autora, junto a outros e outras intelectuais de diferentes áreas do ensino, colocaram-nos diversas possibilidades de implementação desses valores e modos como podemos construir coletivamente novas práticas de ensino. Iniciamos o trabalho, traçando alguns aspectos iniciais dos caminhos e reflexões sobre a necessidade e a implementação da Lei 10.639/03, no que tange ao ensino de história e cultura afro-brasileira; apresentamos os valores civilizatórios afro-brasileiros, mesclando a algumas atividades que utilizam os preceitos que nos foram apresentados no material A Cor da Cultura, organizado por Trindade (2010); e, finalizando, entrevistamos Janete Santos Ribeiro, uma professora negra que, junto a outras intelectuais negras, participou do desenvolvimento e das discussões sobre a implementação da lei supra citada e que busca implementar os valores civilizatórios afro-brasileiros em suas salas de aula. A nossa proposta aqui foi a de acrescentar algo em nossos cotidianos escolares, de reinventar espaços de protagonismo, de propor valores que nos são tão caros e sentimentos que devem fazer parte do ensino.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Palavras-chave: dc.subjectHistória da África - Estudo e ensino-
Palavras-chave: dc.subjectCultura afro-brasileira - Estudo e ensino-
Palavras-chave: dc.subjectMulheres negras-
Palavras-chave: dc.subjectRepresentatividade racial-
Palavras-chave: dc.subjectValores civilizatórios afro-brasileiros-
Palavras-chave: dc.subjectPrática de ensino-
Título: dc.titleMulheres negras no ensino de História: transgressão e valores civilizatórios afro-brasileiros na sala de aula-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional Petrus - Colégio Pedro II

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