Espanhol em contato com línguas africanas: uma revitalização da crioulística palenquera

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorSilva, Regina Célia de Lima e-
Autor(es): dc.creatorAlves, Davidson Martins Viana-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-03-13T20:54:09Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-03-13T20:54:09Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-12-17-
Data de envio: dc.date.issued2024-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://petrus.cp2.g12.br/handle/123456789/4094-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1172438-
Descrição: dc.descriptionAnalisa-se o palenquero, língua crioula afro-hispânica de San Basilio de Palenque, na Colômbia, resultante do contato entre o espanhol colonial e línguas banto, como o kikongo e o kimbundu. Busca-se compreender como a gramática da língua crioula revela processos de resistência e reconfiguração linguística de matrizes africanas em território latino-americano. Constata-se que, longe de ser um “espanhol corrompido”, esta língua constitui um sistema autônomo, estruturado e funcional, cuja gramática reflete a criatividade linguística e cognitiva afrodiaspórica. A justificativa baseia-se na relevância sociolinguística e histórica da língua como símbolo de resistência e preservação identitária. O estudo adota pressupostos da sociolinguística do contato (Thomason, Kaufman, 1988; Mufwene, 2001; Dieck, 2000; Schwegler, 2002; Lipski, 2020) e da anticolonialidade epistêmica (Quijano, 2000; Candau, 2009; Walsh, 2009; Santos, 2010; Mignolo, 2017; Almeida, 2022), articulando língua, história e cognição compartilhadas. Metodologicamente, combina-se análise comparativa interlinguística, com foco em dados documentados em estudos de campo e descrições recentes. Os resultados apontam que o palenquero apresenta simplificação morfológica, transparência semântica e regularidade estrutural, mantendo a ordem SVO e incorporando partículas aspectuais e pronomes de substrato. Tais características confirmam sua estabilidade gramatical e autonomia funcional. Como projeção futura, defendem-se políticas de revitalização linguística e o uso pedagógico do palenquero nas escolas, visando à valorização da africanidade e à descolonização do saber linguístico. Assim, a língua não será concebida como um mero objeto científico, mas constituída como agente de transformação, capaz de inspirar práticas educativas e projetos de valorização da diversidade.-
Descrição: dc.descriptionSe analiza el palenquero, lengua criolla afrohispánica de San Basilio de Palenque, en Colombia, resultado del contacto entre el español colonial y lenguas bantú, como el kikongo y el kimbundu. Se busca comprender cómo la gramática de esta lengua criolla revela procesos de resistencia y reconfiguración lingüística de matrices africanas en territorio latinoamericano. Se constata que, lejos de ser un “español roto”, constituye un sistema autónomo, estructurado y funcional, cuya gramática refleja la creatividad lingüística y cognitiva de la diáspora africana. La justificación se basa en la relevancia sociolingüística e histórica de la lengua como símbolo de resistencia y preservación identitaria. Se adoptan los referenciales de la sociolingüística del contacto (Thomason y Kaufman, 1988; Mufwene, 2001; Dieck, 2000; Schwegler, 2002; Lipski, 2020) y de la anticolonialidad epistémica (Quijano, 2000; Candau, 2009; Walsh, 2009; Santos, 2010; Mignolo, 2017; Almeida, 2022), articulando lengua, historia y cognición compartidas. Metodológicamente, se combina el análisis comparativo interlingüística, con énfasis en datos documentados en estudios de campo y descripciones recientes. Los resultados señalan que el palenquero presenta simplificación morfológica, transparencia semántica y regularidad estructural e incorpora partículas aspectuales y pronombres de sustrato. Tales características confirman su estabilidad gramatical y autonomía funcional. Como proyección futura, se defienden políticas de revitalización lingüística y el uso pedagógico del palenquero, con el fin de valorar la africanidad y descolonizar el saber lingüístico. Así, la lengua no solo es un objeto científico, sino un agente de transformación capaz de inspirar prácticas educativas y proyectos de valorización de la diversidad.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Palavras-chave: dc.subjectLíngua espanhola - Estudo e ensino-
Palavras-chave: dc.subjectLíngua espanhola - Colômbia-
Palavras-chave: dc.subjectContato linguístico-
Palavras-chave: dc.subjectMovimentos antiimperialistas-
Palavras-chave: dc.subjectAnticolonialidade-
Palavras-chave: dc.subjectLinguagem e línguas-
Título: dc.titleEspanhol em contato com línguas africanas: uma revitalização da crioulística palenquera-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional Petrus - Colégio Pedro II

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