Qualidade e potencial antioxidante de azedinha (Rumex Acetosa L.) minimamente processada, submetida a diferentes temperaturas e tipos de corte

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorResende, Nathane Silva-
Autor(es): dc.creatorSouza, Lorrane Ribeiro de-
Autor(es): dc.creatorSilva, Luíz Guilherme Malaquias da-
Autor(es): dc.creatorMachado, Gilson Gustavo Lucinda-
Autor(es): dc.creatorVilas Boas, Eduardo Valério de Barros-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T12:51:25Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T12:51:25Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-03-26-
Data de envio: dc.date.issued2025-03-26-
Data de envio: dc.date.issued2024-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/59877-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1169616-
Descrição: dc.descriptionAs hortaliças não convencionais (HNC), normalmente associadas a “mato” ou “daninhas”, escondem uma alternativa alimentar de qualidade que já foi bastante apreciada em outras épocas. Portanto, o resgate das HNC pode aumentar o portfólio de alimentos veículos de nutrientes e compostos bioativos. Além do benefício nutricional, funcional e cultural, as HNC garantem renda aos agricultores familiares e a diversificação da produção agrícola por apresentarem, a princípio, baixa exigência em insumos agroindustriais. A presente publicação foi elaborada com o intuito de estimular o consumo de HNC, bem como de propor a agregação de valor a elas a partir do processamento mínimo. Nela, visa-se disponibilizar de forma simples e objetiva as boas práticas de processamento mínimo dessa hortaliça não convencional, seu potencial nutricional, funcional e sensorial, bem como formas de consumo. As folhas da azedinha são veículos, em potencial, de vitaminas, minerais, fibras e compostos bioativos, passíveis de serem usadas na alimentação humana, embora seu consumo seja restrito, normalmente às populações rurais. Portanto, a exploração de suas propriedades nutricionais e funcionais e sua divulgação é de extrema importância no resgate dessa hortaliça não convencional. Além disso, o processamento mínimo é uma das formas de modernizar o consumo da azedinha e trazê-la de volta para a mesa do consumidor. Esta cartilha foi elaborada com base em resultados de pesquisas desenvolvidas pelo setor de Pós-Colheita de Frutas e Hortaliças, do Departamento de Ciência dos Alimentos e pelo Programa de Pós-graduação em Ciência dos Alimentos da Universidade Federal de Lavras, Minas Gerais, financiado pelas agências de fomento à pesquisa, CAPES, CNPq e FAPEMIG.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Federal de Lavras-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
Palavras-chave: dc.subjectHortaliças não convencionais-
Palavras-chave: dc.subjectAzedinha-
Palavras-chave: dc.subjectUnconventional vegetables-
Palavras-chave: dc.subjectSorrel-
Palavras-chave: dc.subjectPolygonaceae-
Título: dc.titleQualidade e potencial antioxidante de azedinha (Rumex Acetosa L.) minimamente processada, submetida a diferentes temperaturas e tipos de corte-
Tipo de arquivo: dc.typeOutros-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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