Pionefrose crônica associada a piometra de coto uterino em cadela

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorMoreira, Maiky Firmino-
Autor(es): dc.creatorSilva, Marcela A. Copati da-
Autor(es): dc.creatorSouza, Tábata Oliveira de-
Autor(es): dc.creatorAdarme, Hector Ruben Avila-
Autor(es): dc.creatorBacco, Marcia-
Autor(es): dc.creatorWouters, Angélica Terezinha Barth-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T12:51:11Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T12:51:11Z-
Data de envio: dc.date.issued2019-09-03-
Data de envio: dc.date.issued2019-09-03-
Data de envio: dc.date.issued2018-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br//handle/1/36572-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1169536-
Descrição: dc.descriptionhttp://prp.ufla.br/ciuflasig/generateResumoPDF.php?id=12359-
Descrição: dc.descriptionA ovario-histerectomia é usada em cadelas para evitar estro e doenças reprodutivas, bem como diminuir o risco de neoplasias mamárias. Como em outros procedimentos cirúrgicos, podem ocorrer complicações como hemorragias, granulomas ovarianos ou uterinos, estro recorrente e piometra de coto uterino. Esta é uma alteração inflamatória séptica no segmento remanescente do útero, considerada uma complicação incomum e de difícil diagnóstico. Se houver tecido ovariano remanescente podem ocorrer ciclos ovarianos, secreção de progesterona, estimulação uterina e inflamação. Complicações urológicas geralmente estão relacionadas à ligadura inadvertida ou transecção de parte do trato urinário. A obstrução do fluxo de saída da urina aumenta o risco de infecção bacteriana dos rins, via hematógena ou ascendente, neste caso com risco de pielonefrite. O objetivo é relatar os achados histopatológicos de uma cadela Terrier Brasileiro, castrada, de nove anos, diagnosticada com piometra de coto e pionefrose crônica. Foram recebidos no Setor de Patologia Veterinária da UFLA fragmentos de órgãos fixados em formol a 10%, para exame histológico. Amostras foram clivadas, processadas para histopatologia e coradas com hematoxilina e eosina. No histórico constava internação com sinais de choque circulatório, temperatura corpórea 32,4ºC, distensão abdominal, midríase, tempo de preenchimento capilar aumentado, taquicardia, corrimento vulvar muco- sanguinolento a purulento e óbito. Foram relatados como achados de necropsia fístula entre bexiga urinária e coto uterino, líquido sanguinolento no peritônio, rim direito globoso, com substituição do parênquima por camada fibrosa de cerca de 0,5 cm de espessura, aderência ao mesentério e ovário direito remanescente. Havia um coto uterino contendo material sanguinolento a mucopurulento. Ao exame histológico constatou-se hiperplasia endometrial cística, abundante infiltrado inflamatório linfoplasmocítico e extensas áreas de infiltrado neutrofílico, além de piogranulomas associados a restos de fio de sutura no segmento uterino. No rim direito havia desaparecimento quase completo de túbulos e glomérulos, restando apenas delgada faixa de tecido conjuntivo colagenizado, com abundante infiltrado inflamatório, predominantemente neutrofílico, caracterizando pionefrose crônica. O diagnóstico enfatiza a necessidade de cuidados na ovário-histerectomia, a fim de evitar danos acidentais ao trato urinário e outras complicações, como permanência de coto uterino.-
Idioma: dc.languagept_BR-
Direitos: dc.rightsrestrictAccess-
Palavras-chave: dc.subjectPatologia-
Palavras-chave: dc.subjectCães - Sistema reprodutor-
Título: dc.titlePionefrose crônica associada a piometra de coto uterino em cadela-
Tipo de arquivo: dc.typeTrabalho apresentado em evento-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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