No labirinto da educação infantil: as falas de educadoras sobre gênero e sexualidade

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Autor(es): dc.creatorRibeiro, Cláudia Maria-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T12:45:03Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T12:45:03Z-
Data de envio: dc.date.issued2016-07-25-
Data de envio: dc.date.issued2016-07-25-
Data de envio: dc.date.issued2015-04-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/11434-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/article/viewFile/12877/9184-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1167535-
Descrição: dc.descriptionThis paper seeks to discuss about speeches of educators who work in the childhood education, conceiving them as statements. This is a concept coined by Michel Foucault, which generates questions such as: What can be said? Who is allowed to say? This way, I get into a labyrinth of statements which generate many questions, as follow: Why gender and sexuality are issues? Which governments are exerted by multiple forces, by authorities who are considered able to watch, judge, and mark the sexuality and gender? Why expressions about children sexuality cause such stir, so far? What is the context in which children express their sexuality in childhood education institutions? What is the conception of sexuality, and how this theme integrates or not the curricula of educators formation? What legal, scientific, medical, moral, religious, educational, and juridical speeches are discussed in the childhood education? All of these questions form a labyrinth, and challenge our capacity for thinking about the multiplicity and the interconnexions of these speeches, which may be obtained in the daily of childhood education.-
Descrição: dc.descriptionEste texto busca problematizar as falas de educadoras que atuam na Educação Infantil concebendo-as como enunciados. Esse é um conceito cunhado por Michel Foucault que gera perguntas tais como: o que pode ser dito? Quem está autorizado/a a dizer? Penetro então num labirinto de enunciados que são geradores de tantas perguntas: por que gênero e sexualidade são questões? Quais os governos exercidos por múltiplas forças, por autoridades que se consideram capazes de vigiar, julgar, marcar a sexualidade e o gênero? Por que ainda hoje as expressões da sexualidade das crianças causam tanta agitação? Qual o contexto em que as crianças, em algumas instituições de Educação Infantil, expressam sua sexualidade? Qual a concepção de sexualidade e como essa temática integra ou não os currículos de formação de educadores e educadoras? Que discursos legais, científicos, médicos, morais, religiosos, educacionais, jurídicos engalfinham-se na Educação Infantil? Todas essas perguntas constituem um emaranhado de caminhos – um labirinto – e desafiam nossa capacidade para pensar as multiplicidades e as interconexões desses discursos que podem ser produzidas no cotidiano da Educação Infantil.-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherRIBEIRO, C. M. No labirinto da Educação Infantil: as falas de educadoras sobre gênero e sexualidades. Revista Periódicus, Salvador, v. 1, p. 56-69, abr. 2015.-
Direitos: dc.rightsrestrictAccess-
???dc.source???: dc.sourceRevista Periódicus-
Palavras-chave: dc.subjectRelações de gênero-
Palavras-chave: dc.subjectSexualidade na educação-
Palavras-chave: dc.subjectEducação infantil-
Palavras-chave: dc.subjectGender relations-
Palavras-chave: dc.subjectSexuality in education-
Palavras-chave: dc.subjectChild education-
Título: dc.titleNo labirinto da educação infantil: as falas de educadoras sobre gênero e sexualidade-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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