Produção e avaliação da estabilidade de licor cremoso de marolo (Annonna Crasiflora mart.)

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorBotrel, Diego Alvarenga-
Autor(es): dc.contributorCarvalho, Elisângela Elena Nunes-
Autor(es): dc.contributorBarbosa, Fernanda Paes Ribeiro Fernandes-
Autor(es): dc.creatorLelis, Vitor de Sousa-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T12:42:51Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T12:42:51Z-
Data de envio: dc.date.issued2019-12-04-
Data de envio: dc.date.issued2019-12-04-
Data de envio: dc.date.issued2019-12-04-
Data de envio: dc.date.issued2019-11-26-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/38007-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1166801-
Descrição: dc.descriptionO marolo (Annona crassiflora Mart.) é uma espécie frutífera característica e exclusiva do cerrado brasileiro, apresentando sabores e aromas extremamente característicos. A aplicação da polpa deste fruto em bebidas como o licor cremoso, busca a valorização de produtos genuinamente brasileiros e ainda contribui para a agregação de valor deste fruto, atualmente pouco explorado. O objetivo deste trabalho foi avaliar licores cremosos com adição de polpa de marolo. Foram avaliados os fatores concentração de polpa de marolo (0%, 5%, 10% e 15%) e a adição de caseinato de sódio como estabilizante nas concentrações de (0,0%, 1,5% e 3,0%). Os licores foram submetidos ao processo de ultrasonificação para comparação dos efeitos aos tratamentos sem a aplicação do ultrassom A avaliação da estabilidade foi feita pelo índice de separação de fase durante um período de 14 dias, a temperatura ambiente (25 °C ± 2 °C). Todas as formulações sem a adição de caseinato e ultrasonificação se mostraram instáveis. Nas formulações com polpa de marolo que não passaram pelo ultrassom, o caseinato de sódio não manteve a estabilidade, contudo o ISF foi menor na concentração de 3%. Observou-se que o ultrassom aplicado em licores contendo caseinato de sódio (1,5%), conferiu uma maior estabilidade das emulsões, evitando a separação de fases, já para licores sem caseinato de sódio e com a presença de polpa, o ultrassom potencializou a separação de fases, chegando a 42% no licor com 15% de polpa. Conclui-se que para a manutenção da estabilidade de licor de marolo é necessário o uso de caseinato de sódio (1,5%) como agente estabilizante complementado por processo de ultrassom.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Federal de Lavras-
Publicador: dc.publisherUFLA-
Publicador: dc.publisherbrasil-
Publicador: dc.publisherDepartamento de Ciência dos Alimentos-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
Palavras-chave: dc.subjectMarolo - Licores-
Palavras-chave: dc.subjectBebidas emulsionadas-
Palavras-chave: dc.subjectEmulsões alimentícias-
Palavras-chave: dc.subjectUltrassom-
Título: dc.titleProdução e avaliação da estabilidade de licor cremoso de marolo (Annonna Crasiflora mart.)-
Tipo de arquivo: dc.typeTCC-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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