Diagnóstico dos planos de manejo e o potencial de exploração da vegetação do cerrado e da mata seca no estado de Minas Gerais

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorScolforo, José Roberto Soares-
Autor(es): dc.contributorRezende, José Luiz Pereira de-
Autor(es): dc.contributorMello, José Márcio de-
Autor(es): dc.contributorLima, Gumercindo Souza-
Autor(es): dc.creatorAndrea Vita Reis Mendonça-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T12:39:14Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T12:39:14Z-
Data de envio: dc.date.issued2016-09-16-
Data de envio: dc.date.issued2016-09-16-
Data de envio: dc.date.issued2016-
Data de envio: dc.date.issued2000-02-29-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/11775-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1165616-
Descrição: dc.descriptionNão tem abstract.-
Descrição: dc.descriptionEste estudo foi realizado com o objetivo de fazer um diagnóstico para identificar se as práticas de exploração adotadas caracterizam ou não o manejo sustentado; analisar a potencialidade biológica das fisionomias, Mata Seca e Cerrado, e das espécies nelas exploradas; recomendar como proceder para viabilizar um plano de manejo; avaliar a evolução da legislação florestal com relação ao manejo florestal do estado de Minas Gerais. Os dados para realização deste estudo foram obtidos por análise dos planos de manejo enviados aos órgãos competentes e levantamento em unidades amostrais. Foram analisados 13 planos,10 de Cerrado e 3 de Mata Seca. Pode-se concluir que todos os planos de manejo florestal analisados não caracterizam a prática de manejo sustentável, sendo que os pontos mais negligenciados foram as parcelas permanentes, a estimativa de volume, a análise estrutural, o critério de remoção, a intensidade de exploração, os tratamentos silviculturais, o monitoramento das parcelas permantentes e a junção das informações do inventário florestal com a de análise estrutural. A vegetação do Cerrado leva em média 19 anos para se recuperar de uma exploração e tem potencial de sofrer intervenção, principalmente se os princípios que norteiam o manejo florestal forem adotados na elaboração de novos planos. Já a Mata Seca necessita de um tempo longo para se recuperar de uma intervenção, 100 anos, o que inviabiliza qualquer intervenção neste ambiente. Ainda são necessários ajustes nas normas que regem o manejo florestal e estes devem ir em direção à simplificação, diminuindo os entraves burocráticos e detalhamentos que incentivam o executor à contravenção. As leis e normas devem levar em conta o nível de entendimento do público alvo, bem como a capacidade de acompanhamento e cobrança das instituições responsáveis.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Federal de Lavras-
Publicador: dc.publisherPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Florestal-
Publicador: dc.publisherUFLA-
Publicador: dc.publisherbrasil-
Publicador: dc.publisherDepartamento de Ciências Florestais-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
Palavras-chave: dc.subjectCerrados-
Palavras-chave: dc.subjectMeio ambiente-
Palavras-chave: dc.subjectVegetação-
Palavras-chave: dc.subjectMata seca-
Palavras-chave: dc.subjectDry forest-
Palavras-chave: dc.subjectRecursos Florestais e Engenharia Florestal-
Título: dc.titleDiagnóstico dos planos de manejo e o potencial de exploração da vegetação do cerrado e da mata seca no estado de Minas Gerais-
Tipo de arquivo: dc.typedissertação-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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