Notas sobre intuição, conceito e reflexão: Fichte e a anfibolia da primeira crítica

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Autor(es): dc.creatorCunha, João Geraldo Martins da-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T12:29:16Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T12:29:16Z-
Data de envio: dc.date.issued2018-11-05-
Data de envio: dc.date.issued2018-11-05-
Data de envio: dc.date.issued2016-01-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/31581-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/6146-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1162281-
Descrição: dc.descriptionThis paper aims to show that Fichte’s first philosophy is rooted in one of the most central theses of Kantian philosophy: the assumption that human understanding is primarily a synthetic capacity. Therefore, it analyzes the Amphiboly of the first Critique aiming to show that if Fichte is open to be criticized by Kant, and indeed he is, this cannot be summarily understood as an accusation that the Doctrine-of-science would result in a kind of return to Leibniz’s pre-critical rationalism. It seems that certain ambiguities inherent to the formulations of the first Critique would open space, in the post-Kantian scenario and against Schulze’s skepticism, for Fichte’s intention of rewriting the Critique departing from a possible common root between sensitivity and understanding. Accordingly, the deduction of the categories, at least in Longuenesse’s formulation, would already contain certain clues that, ultimately, led Fichte to assume a radical idealism.-
Descrição: dc.descriptionKant é enfático ao avaliar a Doutrina-da-ciência de Fichte: não se trata, senão, de “uma pura lógica” 1. De sua afirmação podemos inferir que, ao projeto de uma Wissenschaftslehre2, faltaria uma distinção clara entre intuição e conceito, mediante o que ela seria passível de, pelo menos, duas críticas básicas: (a) em primeiro lugar, não reconhecer a autonomia da sensibilidade frente ao entendimento e, portanto, negligenciar a necessidade de uma análise transcendental da sensibilidade; (b) em segundo lugar, metodologicamente, negligenciar a diferença entre conhecimento matemático e conhecimento filosófico, i.e., conhecimento por construção de conceitos e conhecimento por conceitos (Kant, KrV, B 714)-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual Paulista-
Direitos: dc.rightsrestrictAccess-
???dc.source???: dc.sourceEstudos Kantianos-
Palavras-chave: dc.subjectKant-
Palavras-chave: dc.subjectFichte-
Palavras-chave: dc.subjectReflexão-
Palavras-chave: dc.subjectIntuição-
Palavras-chave: dc.subjectSensibilidade-
Palavras-chave: dc.subjectEntendimento-
Palavras-chave: dc.subjectReflection-
Palavras-chave: dc.subjectIntuition-
Palavras-chave: dc.subjectSensibility-
Palavras-chave: dc.subjectUnderstanding-
Título: dc.titleNotas sobre intuição, conceito e reflexão: Fichte e a anfibolia da primeira crítica-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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