Situação perspectivas da cadeia laticinista de Minas Gerais no contexto do MERCOSUL

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Autor(es): dc.creatorSato, Renata Akemi de Carvalho-
Autor(es): dc.creatorReis, Antônio João dos-
Autor(es): dc.creatorReis, Ricardo Pereira-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T12:18:27Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T12:18:27Z-
Data de envio: dc.date.issued2001-01-01-
Data de envio: dc.date.issued2015-05-04-
Data de envio: dc.date.issued2015-05-04-
Data de envio: dc.date.issued2015-05-04-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://revista.dae.ufla.br/index.php/ora/article/view/123-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/8922-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1158657-
Descrição: dc.descriptionA integração do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) vai se afirmando como uma das mais importantes iniciativas diplomáticas deste final de século. O Brasil encontra nesse mercado um instrumento vital para inserção mais eficiente e moderna na economia internacional, desvencilhandose dos resíduos protecionistas do passado, incompatível com as novas realidades do mundo contemporâneo. A produção leiteira e o processamento industrial do leite são importantes atividades do estado de Minas Gerais, sendo este o maior produtor de leite e queijo do País. O complexo lácteo é uma cadeia produtiva sensível à integração econômica do Mercado Comum. A alta produtividade leiteira da Argentina e Uruguai confronta-se diretamente com a baixa produtividade do Brasil. A maior importação de produtos lácteos pelo Brasil ocorreu em 1995. Somente no item queijos, as importações totais eqüivaleram a aproximadamente 25% da produção formal no país. Nesse mesmo ano, a Argentina exportou para o Brasil, somente nos itens queijo e requeijão 6.808,7 toneladas (Nogueira Netto, 1996). Ressalta-se que o custo de produção de leite na Argentina é inferior ao de Minas Gerais, e que segundo estudos de Andrade (1994) para cada litro produzido em Minas Gerais, produz-se em média, 2.1 litros na Argentina. Já a industrialização do queijo na Argentina perde competitividade em relação à nacional, revelando vantagem comparativa porteira afora. No Brasil a perda de competitividade em relação à Argentina é porteira adentro (Lopes e Jank, 1995). No entanto, existem perspectivas de que os fatores de produção oriundos do Mercado Comum cheguem até os pecuaristas brasileiros a preços inferiores aos adquiridos nacionalmente e desse modo, possam reduzir internamente o custo da matéria-prima e consequentemente o preço do queijo. O objetivo central desta pesquisa consiste na avaliação da competitividade da cadeia agroindustrial do queijo de Minas Gerais, busca-se comparar os custos de produção do queijo no Brasil e na Argentina, avaliando os custos de industrialização do queijo mineiro, produzido com a utilização do leite com insumos importados do mercado argentino.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Publicador: dc.publisherOrganizações Rurais & Agroindustriais-
Relação: dc.relationhttp://revista.dae.ufla.br/index.php/ora/article/view/123/120-
???dc.source???: dc.sourceOrganizações Rurais & Agroindustriais; v. 8, n. 1 (1996)-
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???dc.source???: dc.source1517-3879-
Título: dc.titleSituação perspectivas da cadeia laticinista de Minas Gerais no contexto do MERCOSUL-
Tipo de arquivo: dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article-
Tipo de arquivo: dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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