Propagação de estacas apicais de figueira: diferentes ambientes, ácido indolbutríco e tipo de estaca

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorPio,Rafael-
Autor(es): dc.creatorRamos,José Darlan-
Autor(es): dc.creatorChalfun,Nilton Nagib Jorge-
Autor(es): dc.creatorGontijo,Tiago Chaltein Almeida-
Autor(es): dc.creatorMendonça,Vander-
Autor(es): dc.creatorCarrijo,Edney Paulo-
Autor(es): dc.creatorChagas,Edvan Alves-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T12:17:23Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T12:17:23Z-
Data de envio: dc.date.issued2006-10-01-
Data de envio: dc.date.issued2015-04-30-
Data de envio: dc.date.issued2015-04-30-
Data de envio: dc.date.issued2015-04-30-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-70542006000500030-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/6295-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1158309-
Descrição: dc.descriptionObjetivou-se com o presente trabalho verificar a influência de diferentes ambientes, da gema apical e do ácido indolbutírico no enraizamento de estacas apicais de figueira. Foram coletadas estacas lenhosas apicais de figueira em agosto, padronizadas com 20 cm de comprimento e sem folhas. Os tratamentos constituíram-se de estacas com ou sem a gema apical, imersas ou não em solução de AIB a 2000 mg.L-1 por 10 segundos e dois diferentes ambientes de propagação (casa-de-vegetação, com temperatura em torno de 27±2°C e 85% UR; telado, constituído por sombrite a 50% de luminosidade e regas manuais diárias). As estacas foram acondicionadas em recipientes plásticos (10 x 20 cm, capacidade de 650 cm³), preenchido com substrato terra e areia 2:1 v/v. Após 60 dias foram avaliados a porcentagem de estacas enraizadas e brotadas, número de folhas, brotos, raízes emitidas da estaca e comprimento médio das brotações. Concluiu-se que a casa-de-vegetação representa o ambiente ideal de propagação para estacas apicais de figueira; deve ser mantida a gema apical nas estacas; não há necessidade da utilização de AIB.-
Formato: dc.formattext/html-
Publicador: dc.publisherEditora da Universidade Federal de Lavras-
???dc.source???: dc.sourceCiência e Agrotecnologia v.30 n.5 2006-
Palavras-chave: dc.subjectFicus carica L.-
Palavras-chave: dc.subjectestaquia e enraizamento-
Título: dc.titlePropagação de estacas apicais de figueira: diferentes ambientes, ácido indolbutríco e tipo de estaca-
Tipo de arquivo: dc.typejournal article-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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