Fontes e doses de fósforo no desenvolvimento e produção do cafeeiro, em um solo originalmente sob vegetação de cerrado de Patrocínio - MG

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorMelo, Benjamim de-
Autor(es): dc.creatorMarcuzzo, Karina Velini-
Autor(es): dc.creatorTeodoro, Reges Eduardo Franco-
Autor(es): dc.creatorCarvalho, Hudson de Paula-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T12:15:41Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T12:15:41Z-
Data de envio: dc.date.issued2005-04-01-
Data de envio: dc.date.issued2015-04-30-
Data de envio: dc.date.issued2015-04-30-
Data de envio: dc.date.issued2015-04-30-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-70542005000200007-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/6037-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1157744-
Descrição: dc.descriptionConduziu-se este trabalho com o objetivo de avaliar o efeito de diferentes fontes e doses de fósforo no desenvolvimento e na produção do cafeeiro, cultivar Acaiá Cerrado, linhagem MG-1474, em um Latossolo Vermelho distroférrico, da Fazenda Experimental de Patrocínio, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG). O experimento foi instalado no espaçamento de 3,50 x 0,70 m, segundo o delineamento experimental de blocos casualizados, em esquema fatorial 4 x 5, com quatro repetições. Utilizaram-se como fontes de fósforo, o fosfato de Araxá, o termofosfato magnesiano, o fosfato de Arad e o superfosfato triplo, aplicados em cinco doses, correspondentes a: 0 (zero), 125, 250, 500 e 1.000 g de P2O5 total por metro de sulco. Cada parcela experimental foi constituída por uma linha com oito plantas, sendo adotadas como plantas úteis as quatro centrais. Aos trinta e aos quarenta e um meses após o plantio foram avaliadas as seguintes características: altura de planta (m), diâmetros de caule (mm) e de copa (m), e produtividade (sc/ha). As fontes de fósforo testadas comportaram-se de forma semelhante quanto às características de desenvolvimento do cafeeiro, aos 30 e aos 41 meses após o plantio; aos 30 meses, as maiores produtividades foram obtidas quando se utilizou o superfosfato triplo e o termofosfato magnesiano; aos 41 meses, as maiores produtividades foram observadas quando se utilizou os fosfatos de Araxá, de Arad e o termofosfato magnesiano; as doses de P2O5 influenciaram o desenvolvimento vegetativo do cafeeiro, sendo os melhores resultados observados na faixa compreendida pelas doses 618,8 a 674,4 g de P2O5 por metro de sulco; as melhores produtividades, foram obtidas nas doses compreendidas entre 539,7 a 855,0 g de P2O5 por metro de sulco, de acordo com o fertilizante utilizado, à exceção do superfosfato triplo, aos 41 meses após o plantio, em que a dose máxima de P2O5 testada foi insuficiente para se obter um máximo de produtividade.-
Formato: dc.formattext/html-
Publicador: dc.publisherEditora da Universidade Federal de Lavras-
???dc.source???: dc.sourceCiência e Agrotecnologia v.29 n.2 2005-
Palavras-chave: dc.subjectCoffea arabica-
Palavras-chave: dc.subjectAdubação fosfatada-
Palavras-chave: dc.subjectFosfato natural-
Palavras-chave: dc.subjectFosfato reativo-
Título: dc.titleFontes e doses de fósforo no desenvolvimento e produção do cafeeiro, em um solo originalmente sob vegetação de cerrado de Patrocínio - MG-
Tipo de arquivo: dc.typejournal article-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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