Protegendo a floresta, reconfigurando espaços na Amazônia: o caso do Projeto de Assentamento Extrativista Santa Maria Auxiliadora, Humaitá (AM)

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorSilveira, Luciana Braga-
Autor(es): dc.creatorWiggers, Raquel-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T12:07:26Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T12:07:26Z-
Data de envio: dc.date.issued2019-11-28-
Data de envio: dc.date.issued2019-11-28-
Data de envio: dc.date.issued2013-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/37912-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1154812-
Descrição: dc.descriptionThis paper discusses about the Projeto de Assentamento Extrativista (PAE) Santa Maria Auxiliadora, located in Humaita (AM). We talk about the public policy of rural settlements and the challenges of mediation between differents rationalities in the perception and use of the land and nature. We conducted a qualitative research with the techniques of participant observation, semi-structured interviews and documentary analysis. We could see the dilemma of Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), which under the pressures of the national land policy, aimed at quantitative performance, should lead the implementation of PAE in order to meet the peculiarities of the community. We observed that the planned settlement is reconfigured with the dynamics of community life. The "settlers" are important agents of reframing and territorialization that space.-
Descrição: dc.descriptionEste trabalho trata do processo de implementação do Projeto de Assentamento Extrativista (PAE) Santa Maria Auxiliadora, localizado em Humaitá (AM). São debatidas as políticas públicas de assentamentos rurais e os desafios da mediação entre racionalidades distintas na percepção e na utilização da terra e da natureza. Realizou-se uma pesquisa qualitativa, com as técnicas de observação participante, entrevistas semiestruturadas e análise documental. Verificou-se o dilema do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que, sob as pressões da política agrária nacional, visando o desempenho quantitativo, deveria conduzir a implementação do PAE de forma a atender às peculiaridades da comunidade. Observa-se que o assentamento planejado é reconfigurado com a dinâmica da vida da comunidade, tendo os agora "assentados" como importantes agentes de ressignificação e territorialização desse espaço.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherFundação Getulio Vargas (FGV EBAPE)-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
Direitos: dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/-
Direitos: dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/-
???dc.source???: dc.sourceRevista de Administração Pública-
Palavras-chave: dc.subjectPopulações tradicionais amazônicas-
Palavras-chave: dc.subjectAssentamentos rurais-
Palavras-chave: dc.subjectPolíticas agrárias-
Palavras-chave: dc.subjectTradicional populations of Amazon-
Palavras-chave: dc.subjectRural settlements-
Palavras-chave: dc.subjectRural politics-
Título: dc.titleProtegendo a floresta, reconfigurando espaços na Amazônia: o caso do Projeto de Assentamento Extrativista Santa Maria Auxiliadora, Humaitá (AM)-
Título: dc.titleProtecting the forest, reconfiguring spaces in Amazonia: the case of the Projeto de Assentamento Agroextrativista Santa Maria Auxiliadora, Humaitá (AM)-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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