UBUNTU: acolhimento ancestral e inquietações feministas negras à educação de bebês e crianças pequenas em creches e pré-escolas

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Autor(es): dc.creatorPereira, Artur Oriel-
Autor(es): dc.creatorSantiago, Flavio-
Autor(es): dc.creatorSouza, Ellen Gonzaga Lima-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T12:00:50Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T12:00:50Z-
Data de envio: dc.date.issued2019-04-01-
Data de envio: dc.date.issued2019-04-01-
Data de envio: dc.date.issued2018-04-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/33383-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1152438-
Descrição: dc.descriptionBlack feminism in Brazil has been gaining space both in academic and social domains, promoting debates, reinterpretation and self-criticism of setbacks in the field of social rights, at the same time as it seeks to disarm the Eurocentric structures of representation of black people, decolonizing the pejorative iconography about its ancestry historically marked by a racist, heteropatriarchal, misogynist and capitalist society. Thus, this article aims to discuss the childhoods and the racial and gender relations in the area of early childhood education, assuming that this is a place of listening, of different languages, as well as recognition of knowledge produced beyond coloniality. It is a research carried out at the intersection of African and AfroBrazilian contributions, black-feminist thinking and the ubuntu perspective whose focus is the collective, seeking to broaden our perceptions in regard of the sorority and the education of infants and young children, aiming the construction of a decolonizing childhood pedagogy.-
Descrição: dc.descriptionO feminismo negro no Brasil vem conquistando espaços tanto no âmbito acadêmico quanto social, promovendo debates, releituras e autocríticas aos retrocessos no campo dos direitos sociais, ao mesmo tempo em que busca desarmar as estruturas eurocêntricas de representação do povo negro, descolonizando a iconografia pejorativa em torno da sua ancestralidade historicamente marcada pela sociedade racista, hetero-patriarcal, misógina e capitalista. Assim, este artigo procura discutir as infâncias e as relações raciais e de gênero no espaço da educação infantil, pressupondo que esse é um lugar de escuta, de diversas linguagens, bem como de valorização de saberes produzidos para além da colonialidade. Trata-se de uma pesquisa construída na intersecção entre os aportes africanos e afro-brasileiros, pensamento feminista negro e a perspectiva ubuntu que tem como foco o coletivo, buscando a ampliação das nossas percepções a respeito da sororidade e da educação dos bebês e das crianças pequenas, com vistas à construção de uma pedagogia da infância descolonizadora.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Estadual do Rio de Janeiro-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
Direitos: dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/-
???dc.source???: dc.sourceTeias-
Palavras-chave: dc.subjectFeminismo negro-
Palavras-chave: dc.subjectRelações raciais-
Palavras-chave: dc.subjectRelações de gênero-
Palavras-chave: dc.subjectEducação infantil-
Palavras-chave: dc.subjectBlack feminism-
Palavras-chave: dc.subjectRacial and gender relations-
Palavras-chave: dc.subjectEarly childhood education-
Título: dc.titleUBUNTU: acolhimento ancestral e inquietações feministas negras à educação de bebês e crianças pequenas em creches e pré-escolas-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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