Análise discursiva de enunciado de ódio nas redes sociais

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Autor(es): dc.creatorAndrade, Francisca Veronica Feitosa-
Autor(es): dc.creatorGouvêa, Elda Hipólito Simiema-
Autor(es): dc.creatorSantos, Janete Silva dos-
Autor(es): dc.creatorAssis, Lúcia Maria de-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:57:31Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:57:31Z-
Data de envio: dc.date.issued2024-10-24-
Data de envio: dc.date.issued2024-10-24-
Data de envio: dc.date.issued2021-12-31-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://repositorio.ufla.br/handle/1/59614-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://www.revistaphilologus.org.br/index.php/rph/article/view/1175-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1151227-
Descrição: dc.descriptionThe articles analyzes hate speech related to racism and human rights violations in social media. The analysis of this discursive phenomenon will be based on themobilization of the concepts of discursive formation and ideological formation inherentto the French Discourse Analysis. We are interested in the statement: “We kill her and the substitute enters, who is white”, posted on the website Brasil de Fato São Paulo(SP), on November 18, 2020. As a theoretical-methodological apparatus, we make use of conceptions de Orlandi (2005, 2012) and Pêcheux (1971; 1993;2006), among others that support the reflections proposed in this study. The results of the analysis reiterate that symbolic violence, given the expansion of relationships in social media, is a major challenge in today‟s society, as serious as physical violence, as it causes emotional dis-comfort and often causes irreparable psychological damage.-
Descrição: dc.descriptionEste artigo analisa o discurso de ódio relacionado ao racismo e à violação dos direitos humanos nas redes sociais. A análise desse fenômeno discursivo se dá a partir da mobilização dos conceitos de formação discursiva e formação ideológica inerentes à Análise do Discurso Francesa. Interessa-nos o enunciado: “A gente mata ela e entra o suplente, que é branco”, veiculado no site Brasil de Fato São Paulo (SP), em 18 de novembro de 2020. Como aparato teórico-metodológico, valemo-nos das concepções de Orlandi (2005; 2012) e Pêcheux (1971; 1993; 2006), dentre outros, que subsidiam as reflexões propostas neste estudo. Os resultados da análise reiteram que a violência simbólica, dada a expansão das relações nas mídias sociais, é um grande desafio na sociedade contemporânea, tão grave quanto à violência física, pois provoca desconforto emocional e, muitas vezes, causa danos psicológicos irreparáveis.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherCírculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos (CiFEFiL)-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
???dc.source???: dc.sourceRevista Philologus-
Palavras-chave: dc.subjectDiscurso de ódio-
Palavras-chave: dc.subjectFormação discursiva-
Palavras-chave: dc.subjectFormação ideológica-
Palavras-chave: dc.subjectViolência simbólica-
Palavras-chave: dc.subjectRedes sociais-
Palavras-chave: dc.subjectHate speech-
Palavras-chave: dc.subjectDiscursive formation-
Palavras-chave: dc.subjectIdeological formation-
Palavras-chave: dc.subjectSymbolic violence-
Palavras-chave: dc.subjectSocial networks-
Título: dc.titleAnálise discursiva de enunciado de ódio nas redes sociais-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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