Incidência de Fungos e Aflatoxinas em Arroz (Oriza sativa L.)

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorBatista, Luis Roberto-
Autor(es): dc.contributorChalfoun, Sara Maria-
Autor(es): dc.contributorPrado, Guilherme-
Autor(es): dc.creatorCarvalho, Rosilane Aparecida de-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:52:18Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:52:18Z-
Data de envio: dc.date.issued2014-08-30-
Data de envio: dc.date.issued2014-08-30-
Data de envio: dc.date.issued2014-08-29-
Data de envio: dc.date.issued2008-12-16-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/3345-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1149292-
Descrição: dc.descriptionO arroz é consumido pela metade da população mundial. A forma como o arroz é consumido no Brasil é polido, integral e parboilizado, além do arroz de cultivo orgânico. O arroz integral sofre apenas a retirada da casca, sendo que a película permanece. O parboilizado sofre tratamento hidrotérmico objetivando o enriquecimento do grão, através da migração dos nutrientes das partes exteriores para o centro do grão. O polido sofre brunição com a retirada da casca e da película, que é a camada de farelo, isso justifica sua menor constituição nutricional. Devido à presença rica em nutrientes, o arroz é substrato propício para o crescimento fúngico, principalmente quando as práticas de pós-colheita não são devidamente observadas, assim pode ocorrer ou não a produção de micotoxinas, devendo-se para isso haver certas condições tais como determinadas faixas de temperatura e umidade. Este trabalho objetivou identificar a microbiota fúngica em arroz (Oriza sativa L.) comercializado em Lavras-MG e cidades do sul do estado, analisar o potencial aflatoxigênico das espécies da Seção Flavi isoladas e identificadas e verificar nas amostras de arroz os níveis de aflatoxinas B1, B2, G1 e G2. As amostras de 1 a 5 Kg foram adquiridas em Lavras -MG e cidades do sul do estado sendo um total de 60 amostras do grupo beneficiado, subdivididas em subgrupo polido (48), parboilizado (3), integral (7) e orgânico (2). A incidência fúngica foi avaliada pelo plaqueamento direto, o potencial toxigênico pela técnica de Plug Ágar e a presença de aflatoxinas em arroz pela técnica CLAE. As espécies fúngicas mais incidentes em arroz foram: A. candidus, A.flavus, A.parasiticus, A.foetidus, A.niger e A. níger "Agregados. Dos 17 isolados de A.parasiticus testados 14 eram aflatoxigênicos e dos 31 isolados de A.flavus testados 8 eram aflatoxigênicos. Das 36 amostras testadas apenas uma estava contaminada com aflatoxina B1 com um nível de 1,2 μg Kg-1 .Estes resultados indicam que o arroz analisado e comercializado em Lavras e região sul do estado de Minas Gerais apresentou baixo índice de contaminação. No Brasil, não há legislação específica para o arroz. Portanto, em países europeus a legislação prevê até 2 ug/Kg para o nível de aflatoxina B1 em cereais.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS-
Publicador: dc.publisherDCA - Programa de Pós-graduação-
Publicador: dc.publisherUFLA-
Publicador: dc.publisherBRASIL-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
Palavras-chave: dc.subjectArroz - Doenças e pragas-
Palavras-chave: dc.subjectMicotoxinas-
Palavras-chave: dc.subjectArroz - Fungos-
Palavras-chave: dc.subjectAflatoxicoses-
Palavras-chave: dc.subjectCNPQ_NÃO_INFORMADO-
Título: dc.titleIncidência de Fungos e Aflatoxinas em Arroz (Oriza sativa L.)-
Tipo de arquivo: dc.typedissertação-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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