Degradação oxidativa do óleo de amêndoa de jeriva durante o armazenamento

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorCerqueira, Gabriel Henrique Canestri-
Autor(es): dc.creatorNunes, Cleiton Antônio-
Autor(es): dc.creatorMagalhães, Kassiana Teixeira-
Autor(es): dc.creatorTanikawa, Douglas Hideki-
Autor(es): dc.creatorCerqueira, Gabriel Henrique Canestri-
Autor(es): dc.creatorNunes, Cleiton Antônio-
Autor(es): dc.creatorMagalhães, Kassiana Teixeira-
Autor(es): dc.creatorTanikawa, Douglas Hideki-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:51:30Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:51:30Z-
Data de envio: dc.date.issued2019-10-08-
Data de envio: dc.date.issued2019-10-08-
Data de envio: dc.date.issued2018-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/37098-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1148994-
Descrição: dc.descriptionhttp://prp.ufla.br/ciuflasig/generateResumoPDF.php?id=12392-
Descrição: dc.descriptionO Brasil possui uma grande diversidade de fontes de óleos vegetais que podem fornecer óleos ou gorduras comestíveis. Entretanto essa divresidade ainda pode ser considerada pouco aproveitada. Neste cenário encontra-se o jerivá (Syagrus romanzoffiana), uma palmeira muito comum em praças e jardins, que produz frutos com alto teor de lipídios com características potenciais para gerarem ingredientes lipídicos diferenciados para elaboração de alimentos. No presente trabalho parâmetros físico-químicos relacionados à estabilidade oxidativa do óleo da amêndoa do jerivá foram avaliados durante o seu armazenamento. Os frutos do jerivá foram coletados no estágio maduro. Os frutos foram quebrados em uma prensa hidráulica e as amêndoas separadas com uma espátula. O óleo das amêndoas foi extraído em prensa contínua tipo Expeller e armazenado em frasco âmbar ao abrigo da luz em temperatura ambiente. O óleo foi analisado a cada 30 dias durante 5 meses (150 dias) quanto ao índice de peróxido e índice de p-anisidina. Foi verificado um aumento no índice de peróxidos ao longo do armazenamento, o qual passou de cerca de 4 meqO2/kg após 60 dias para mais de 20 meqO2/kg após 90 dias de armazenamento. Os hidroperóxidos são formados nos estágios primários da oxidação lipídica e o seu brusco aumento pode estar relacionado ao início do segundo estágio da oxidação, o qual dá origem a compostos responsáveis pelos aromas desagradáveis do ranço. Isso corroborou o aumento considerável observado para o índice de p-anisidina, o qual está relacionado ao teor de aldeídos insaturados formados a partir da degradação dos hidroperóxidos no segundo estágio da oxidação. Foi observado ainda que o índice de p-anisidina continuou aumentando até o final do tempo de avaliação (150 dias), indicando o avanço do processo oxidativo. Concluiu-se que o óleo de amêndoa de jerivá sofreu oxidação considerável após 90 dias de armazenamento nas condições experimentais. Após este tempo o óleo apresentou índice de peróxidos acima do limite estabelecido pela legislação para óleos vegetais comestíveis.-
Idioma: dc.languagept_BR-
Direitos: dc.rightsrestrictAccess-
Palavras-chave: dc.subjectOxidação-
Palavras-chave: dc.subjectÓleos-
Palavras-chave: dc.subjectGorduras-
Título: dc.titleDegradação oxidativa do óleo de amêndoa de jeriva durante o armazenamento-
Tipo de arquivo: dc.typeTrabalho apresentado em evento-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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