Digestibilidade intestinal in vitro da proteína de coprodutos da indústria do biodiesel

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorCouto, G. S.-
Autor(es): dc.creatorSilva Filho, J. C.-
Autor(es): dc.creatorCorrêa, A. D.-
Autor(es): dc.creatorSilva, E. A.-
Autor(es): dc.creatorPardo, R. M. P.-
Autor(es): dc.creatorEsteves, C.-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:48:06Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:48:06Z-
Data de envio: dc.date.issued2017-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2017-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2012-10-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/12518-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1147763-
Descrição: dc.descriptionThe objective of this research was to determine intestinal protein digestibility (ID) of some biodiesel byproducts in the form of cakes and the meals. Eight by-products were: cakes and meals of physic nut, turnip, lupine, cotton cake, cottonseed meal. The by-products were incubated in the rumen for 16 hours, were the undegradable rumen residues were submitted to enzymatic digestion with pepsin and pancreatin solution for the determination of ID. In the incubation residues the following was also determined: dry matter degradability (RD), rumen degradable protein (RDP) and rumen undegradable protein (RUP). The intestinal protein digestibility of biodiesel by-products ranged from 2.4 to 48.6%. All the by-products evaluated in this study were characterized as high protein sources and were considered high-RDP. The by-products presented low intestinal protein digestibility. The ID protein of biodiesel by-products was higher in the cakes than the meals. The by-products evaluated, the cottonseed cake and meal presented the highest ID coefficients.-
Descrição: dc.descriptionDeterminou-se a digestibilidade intestinal (DI) da proteína de vários coprodutos do biodiesel nas formas de farelo e torta. Foram avaliados oito coprodutos: tortas e farelos de pinhão manso, nabo forrageiro, tremoço, algodão. Os coprodutos foram incubados no rúmen por 16 horas, e os resíduos não degradados no rúmen submetidos à digestão enzimática com solução de pepsina e pancreatina para a determinação da DI. Ainda, nos resíduos da incubação ruminal, foram determinadas: degradabilidade da matéria seca (DR), proteína degradável no rúmen (PDR) e proteína não degradável no rúmen (PNDR). A digestibilidade intestinal da proteína para os coprodutos do biodiesel variou de 2,4 a 48,6%. Todos os coprodutos avaliados caracterizaram-se como alimentos de alto teor proteico, sendo considerados de alta PDR, e apresentaram baixa digestibilidade intestinal da proteína. A DI da proteína dos coprodutos do biodiesel na forma de torta foi maior em comparação com a dos farelos. A torta e o farelo de algodão apresentaram os maiores coeficientes de DI.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
???dc.source???: dc.sourceArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia-
Palavras-chave: dc.subjectRúmen-
Palavras-chave: dc.subjectOleaginosas-
Palavras-chave: dc.subjectProteína degradável-
Palavras-chave: dc.subjectProteína digestível-
Palavras-chave: dc.subjectProteína não degradável-
Palavras-chave: dc.subjectDegradable protein-
Palavras-chave: dc.subjectDigestible protein-
Palavras-chave: dc.subjectUndegradable protein-
Título: dc.titleDigestibilidade intestinal in vitro da proteína de coprodutos da indústria do biodiesel-
Título: dc.titleIntestinal protein digestibility of by-products from biodiesel industry-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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