Crítica à autonomia do poder político em Agostinho

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Autor(es): dc.creatorSilva Filho, Luiz Marcos da-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:47:44Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:47:44Z-
Data de envio: dc.date.issued2020-07-24-
Data de envio: dc.date.issued2020-07-24-
Data de envio: dc.date.issued2013-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/42096-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://issuu.com/revistaolhar/docs/olhar_28_site-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1147626-
Descrição: dc.descriptionIn the City of God, Augustine shows an ambivalent conception of politics, because the politics acquires positivity or negativity according to the identity or contradiction of a civitas or res publica with itself. More precisely, the celestial city, which has two modes of existence, one in the history, other in the eternity, progressively conquers identity as in history succeeds a coherent process towards its genuine mode of existence, in eternity. On the other hand, the earthly city exists in the history in contradiction and con#ict in becoming slave of its own libidinousness of dominance so that its history is one of a progressive damnation and lost of being. )erefore a city holds political statute in despite of its moral orientation or disorientation. Moreover, the Augustinian foundation of politics is neither the nature nor the reason. )us, notably against Cicero, Augustine enterprises a denaturalization of politics and founds it in a certain concept of will.-
Descrição: dc.descriptionN’A cidade de Deus, Agostinho apresenta ambivalente concepção de política, pois a política adquire ou positividade ou negatividade conforme a identidade ou a contradição de uma civitas ou res publica consigo mesma. Mais precisamente, a cidade celeste, que guarda dois modos de existência, um na história, outro na eternidade, conquista progressivamente identidade na medida em que na história há processo coerente dela em direção a seu modo de existência por excelência, na eternidade; já a cidade terrena existe na história em contradição e con#ito, ao tornar-se escrava da própria libido de dominação, de maneira que sua história é de progressiva danação e perda de ser. Uma cidade guarda, pois, estatuto político a despeito de sua orientação ou de sua desorientação moral. Além do mais, o fundamento da política agostiniana não é nem a natureza, nem a razão. Assim, em declarada ruptura com a re#exão política ciceroniana, Agostinho empreende uma desnaturalização da política e fundamenta-a em certo conceito de vontade.-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Federal de São Carlos-
Direitos: dc.rightsrestrictAccess-
???dc.source???: dc.sourceRevista Olhar-
Palavras-chave: dc.subjectPolítica-
Palavras-chave: dc.subjectMoral-
Palavras-chave: dc.subjectHistória-
Palavras-chave: dc.subjectVontade-
Palavras-chave: dc.subjectPolitics-
Palavras-chave: dc.subjectMorals-
Palavras-chave: dc.subjectHistory-
Título: dc.titleCrítica à autonomia do poder político em Agostinho-
Título: dc.titleCritique to the autonomy of political power in Augustine-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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