The bad company objection and the extensionality of Frege’s logic

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Autor(es): dc.creatorCiccarelli, Vincenzo-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:40:56Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:40:56Z-
Data de envio: dc.date.issued2021-05-27-
Data de envio: dc.date.issued2021-05-27-
Data de envio: dc.date.issued2019-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/46396-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1145092-
Descrição: dc.descriptionAccording to the Bad Company objection, the fact that Frege’s infamous Basic Law V instantiates the general definitional pattern of higher-order abstraction principles is a good reason to doubt the soundness of this sort of definitions. In this paper I argue against this objection by showing that the definitional pattern of abstraction principles – as extrapolated from §64 of Frege’s Grundlagen– includes an additional requirement (which I call the specificity condition) that is not satisfied by the Basic Law V while is satisfied by other higher-order abstractions such as Hume’s Principle. I also show that the failure of this additional requirement in the case of Basic Law V is engendered by an essential feature of Frege’s conception of logic and thus that Frege himself should not have regarded the Basic Law V as a definition by abstraction.-
Descrição: dc.descriptionSegundo a objeção da Má Companhia, o fato de que a infame Lei Básica V de Frege proporciona o padrão de definição geral dos princípios de abstração superior é uma boa razão para duvidar da validade deste tipo de definições. Neste artigo, eu argumento contra esta objeção, mostrando que o padrão de definição dos princípios de abstração — como extrapolados a partir do §64 do Grunlagen de Frege — inclui um requisito adicional (que denomino como a condição de especificidade) que não é satisfeito pela Lei Básica V, embora seja satisfeito por outras abstrações de ordem superior, tal como o Princípio de Hume. Mostro também que a falha deste requisito adicional no caso da Lei Básica V é engendrada por uma característica essencial da concepção de Frege da lógica, e que, assim, o próprio Frege não deveria ter tomado a Lei Básica V como uma definição por abstração.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languageen-
Publicador: dc.publisherUniversidade Federal de Pernambuco-
Direitos: dc.rightsAttribution 4.0 International-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
Direitos: dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/-
???dc.source???: dc.sourcePerspectiva Filosófica-
Palavras-chave: dc.subjectAbstraction principles-
Palavras-chave: dc.subjectContent recarving-
Palavras-chave: dc.subjectBad company objection-
Palavras-chave: dc.subjectFrege’s logic-
Palavras-chave: dc.subjectPrincípios de Abstração-
Palavras-chave: dc.subjectMá companhia-
Palavras-chave: dc.subjectReentalhamento do conteúdo-
Palavras-chave: dc.subjectLógica de Frege-
Título: dc.titleThe bad company objection and the extensionality of Frege’s logic-
Título: dc.titleA objeção de má companhia e a extensionalidade da lógica da Frege-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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