Prazer e sofrimento no trabalho de agentes de saúde em uma unidade da Estratégia Saúde da Família (Esf) no interior de Minas Gerais

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorJoaquim, Nathalia de Fátima-
Autor(es): dc.contributorJoaquim, Nathália de Fátima-
Autor(es): dc.contributorAmâncio, Júlia Moretto-
Autor(es): dc.creatorPereira, Larissa Aparecida-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:37:51Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:37:51Z-
Data de envio: dc.date.issued2020-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2020-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2020-03-23-
Data de envio: dc.date.issued2018-01-22-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/39306-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1143913-
Descrição: dc.descriptionO Sistema Único de Saúde (SUS), criado pela Constituição de 1988, veio com intuito de trazer melhorias para a população Brasileira. Seu principal objetivo é diminuir a desigualdade na assistência à saúde, oferecendo atendimento gratuito para toda população. Dessa maneira, a Estratégia Saúde da Família (ESF) assume como uma nova forma de trabalhar a saúde, apresentando a família como centro de atenção e não somente o cidadão doente. O profissional Agente Comunitário de Saúde trabalha na prevenção de doenças e promoção da saúde, a partir de ações educativas realizadas em domicílios ou a coletividades. O presente estudo teve o intuito de compreender, sob a ótica dos agentes comunitários de saúde da (ESF), quais são as principais fontes de prazer e sofrimento vivenciadas no cotidiano de seu trabalho. Este trabalho se norteia nos pressupostos da pesquisa qualitativa de abordagem exploratória. Para tanto, fez-se a coleta das informações, a qual foi realizada por meio da técnica de entrevista semiestruturada. Os dados coletados foram analisados a partir da análise de conteúdo. Com isso os dados obtidos nas categorias apresentadas nos trazem alguns aspectos importantes que causam sofrimento aos agentes dentro da organização, como sendo a sobrecarga de trabalho e desvio de função, vimos o excesso de funções que os agentes executam em seu ambiente de trabalho, como a falta de agentes comunitários, o desgaste físico e emocional que vivem em seu ambiente de trabalho, a precariedade ou ausência de materiais básicos para o desempenho de suas funções, as cobranças vindas de usuários, e a incapacidade de atender por não ser de sua competência técnica. E como fonte de prazer demostrado pelos agentes temos a cooperação e senso de equipe que existe entre eles, isso faz com que eles tentem solucionar juntos os problemas dentro da unidade. E por fim, os resultados aqui apresentados e discutidos, espera-se contribuir no propósito de lançar uma luz sobre o quanto é importante olhar para o bem-estar e o conforto de todos dentro de uma organização, buscando assim ampliação desta discussão para os agentes, para que haja políticas públicas que visem melhorias significativas nas condições de trabalho destes agentes, o que, consequentemente, contribuirão para a ressignificação do sofrimento e aumento nas vivências prazerosas.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Federal de Lavras-
Publicador: dc.publisherUFLA-
Publicador: dc.publisherbrasil-
Publicador: dc.publisherDepartamento de Administração e Economia-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
Palavras-chave: dc.subjectSofrimento-
Palavras-chave: dc.subjectPrazer-
Palavras-chave: dc.subjectAgente comunitário de saúde-
Título: dc.titlePrazer e sofrimento no trabalho de agentes de saúde em uma unidade da Estratégia Saúde da Família (Esf) no interior de Minas Gerais-
Tipo de arquivo: dc.typeTCC-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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