O gênero fantástico na desestabilização da representação burguesa da mulher

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Autor(es): dc.creatorPortolomeos, Andréa-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:36:16Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:36:16Z-
Data de envio: dc.date.issued2018-08-01-
Data de envio: dc.date.issued2018-08-01-
Data de envio: dc.date.issued2016-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/29853-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/5917-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1143333-
Descrição: dc.descriptionThis article approaches the representation of women in the fantastic genre in a comparative perspective between Murilo Rubião and Augusta Faro. It discusses how bourgeois ideology, based on scientific discourse and reaffirmed by the literary production of our romanticism, builds a kind of sensitivity that determines the meaning of what is feminine in our society and makes it natural. He evaluates how the fantastic can be a means to make this concept relative, since, according to Todorov, it is defined from the effects of uncertainty and hesitation in the face of a supernatural event. Bessière points out that the fantastic promotes a double rupture: that of the order of daily life and that of the order of the supernatural, which allows us to question pre-established standards in the representation and self-representation of women and think about libertarian conceptions for the word feminine.-
Descrição: dc.descriptionEste artigo aborda a representação da mulher no gênero fantástico numa perspectiva comparativa entre Murilo Rubião e Augusta Faro. Discute como a ideologia burguesa, sedimentada no discurso científico e reafirmada pela produção literária de grande parte do nosso romantismo, constrói uma sensibilidade que determina e naturaliza a ideia do feminino na nossa sociedade. Avalia como o fantástico pode ser uma via de relativização dessa ideia na medida em que, segundo Todorov, define-se a partir dos efeitos da incerteza e da hesitação diante de um acontecimento sobrenatural. Bessière destaca que o fantástico pratica uma dupla ruptura: a da ordem do cotidiano e a da ordem do sobrenatural, o que nos permite questionar as normas pré-estabelecidas na representação e auto representação da mulher e pensar sobre concepções libertárias do feminino.-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Federal de Sergipe-
Direitos: dc.rightsrestrictAccess-
???dc.source???: dc.sourceRevista Fórum Identidades-
Palavras-chave: dc.subjectGênero fantástico-
Palavras-chave: dc.subjectMulher-
Palavras-chave: dc.subjectIdeologia burguesa-
Palavras-chave: dc.subjectFantastic genre-
Palavras-chave: dc.subjectWoman-
Palavras-chave: dc.subjectBourgeois ideology-
Título: dc.titleO gênero fantástico na desestabilização da representação burguesa da mulher-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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