É preciso defender a amizade: provas de vida nas guerras de subjetividade das políticas de inimizade contemporâneas

Registro completo de metadados
MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorCarvalho, Alexandre Filordi de-
Autor(es): dc.creatorGallo, Silvio-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:27:55Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:27:55Z-
Data de envio: dc.date.issued2023-01-31-
Data de envio: dc.date.issued2023-01-31-
Data de envio: dc.date.issued2022-12-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/55937-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1141348-
Descrição: dc.descriptionThis article pays homage to the actuality of the course The hermeneutics of the subject, given by Foucault at the Collège de France in 1982. It is known that the central theme of the course is the care of the self as tekhné tou biou, examined by the philosopher in three moments: Socratic-Platonic, Hellenistic, and Christian. However, we will take the question of friendship, which crosses the ancient techniques of the self analyzed by Foucault, to problematize our present. After discussing our reception of the course forty years later, we discuss the current moment of neoliberalism and the enmity policies engendered by it, in order to think about the practice of friendship as a counter-conduct, as a practice of resistance. Anarchist friendship as a form of association is taken as a possible war machine against current neoliberal policies of enmity.-
Descrição: dc.descriptionEste artigo homenageia a atualidade do curso A hermenêutica do sujeito, proferido por Foucault no Collège de France em 1982. Sabe-se que o tema central do curso é o cuidado de si como tekhné tou biou, examinado pelo filósofo nos momentos socrático-platônico, helenístico e cristão. Porém, tomaremos a questão da amizade, que atravessa as técnicas de si antigas analisadas por Foucault, para problematizar nosso presente. Após discutir a recepção que fazemos do curso quarenta anos depois, discutimos o atual momento do neoliberalismo e as políticas de inimizade por ele engendradas, de modo a pensar a prática da amizade como contraconduta, como prática de resistência. A amizade anarquista como forma de associação é tomada como máquina de guerra possível contra as atuais políticas de inimizade neoliberais.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherUniversidade Federal de Uberlândia-
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
Direitos: dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/-
???dc.source???: dc.sourceEducação e Filosofia-
Palavras-chave: dc.subjectAmizade-
Palavras-chave: dc.subjectTécnica de si-
Palavras-chave: dc.subjectÉtica-
Palavras-chave: dc.subjectPolítica-
Palavras-chave: dc.subjectAnarquismo-
Palavras-chave: dc.subjectFriendship-
Palavras-chave: dc.subjectTechniques of the self-
Palavras-chave: dc.subjectEthics-
Palavras-chave: dc.subjectPolitics-
Palavras-chave: dc.subjectAnarchism-
Título: dc.titleÉ preciso defender a amizade: provas de vida nas guerras de subjetividade das políticas de inimizade contemporâneas-
Título: dc.titleIn defense of friendship: life’s proofs in the subjecvity wars of the contemporary enmity policies-
Título: dc.titleEn defensa de la amistad: pruebas de vida en las guerras de subjetividad de las políticas de enemistad contemporáneas-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

Não existem arquivos associados a este item.