VIABILIDADE DO USO DE BIODIGESTOR COMO TRATAMENTO DE EFLUENTES DOMÉSTICOS DESCENTRALIZADO

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorHosmanny Mauro Goulart, Coelho-
Autor(es): dc.contributorTavares, Gilmar-
Autor(es): dc.contributorTeixeira, Vítor Hugo-
Autor(es): dc.creatorGUILHERME BEZERRA, PERMINIO-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:26:30Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:26:30Z-
Data de envio: dc.date.issued2014-10-30-
Data de envio: dc.date.issued2014-10-30-
Data de envio: dc.date.issued2014-10-30-
Data de envio: dc.date.issued2013-04-10-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/4546-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1140866-
Descrição: dc.descriptionMonografia Apresentada à Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Formas Alternativas de Energia, para a obtenção do título de Especialista em Formas Alternativas de Energia.-
Descrição: dc.descriptionFormas Alternativas de Energia-
Descrição: dc.descriptionA agricultura de base familiar no Brasil, segundo o IBGE, reúne aproximadamente 14 milhões de pessoas e detém 84,4% dos estabelecimentos, ocupando apenas 24,3% do território agropecuário. Mesmo ocupando 1/4 da área, é responsável por 38% do valor da produção e, cultivando uma área menor, é grande responsável pela segurança alimentar dos brasileiros. Os serviços de saneamento prestados a esta parcela da população apresentam elevado déficit de cobertura. Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD/2009, apenas 32,8% dos domicílios nas áreas rurais estão ligados a redes de abastecimento de água com ou sem canalização interna. O restante da população (67,2%) capta água de chafarizes e poços protegidos ou não, diretamente de cursos de água sem nenhum tratamento ou de outras fontes alternativas geralmente insalubres. Quando são analisados dados de esgotamento sanitário: apenas 5,7% dos domicílios estão ligados à rede de coleta de esgotos e 20,3% utilizam a fossa séptica como solução para o tratamento dos dejetos. Os demais domicílios (74%) depositam os dejetos em “fossas rudimentares”, lançam em cursos d´água ou diretamente no solo a céu aberto (PNAD/2009). Este cenário contribui direta e indiretamente para o surgimento de doenças de veiculação hídrica, parasitoses intestinais e diarreias, as quais são responsáveis pela elevação da taxa de mortalidade infantil. O presente estudo propõe o uso de biodigestores como alternativa para o tratamento de efluentes de forma descentralizada, minimizando custos com redes de coleta e gerando um produto final seguro com relação a agentes patogênicos, eliminando problemas recorrentes nestas áreas com doenças entéricas. Outro ponto do estudo é o aproveitamento do biofertilizante, produto final do processo da biodigestão, como um importante fertilizante agrícola, que, segundo estudos, se apresenta como um bom condicionador de solos, alterando positivamente suas qualidades físico-químico-biológicas. Tem-se como proposta o uso de fossas sépticas biodigestoras de baixo custo, alta capacidade de reprodutibilidade e eficiência no tratamento dos dejetos.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
Palavras-chave: dc.subjectFossa séptica biodigestora-
Palavras-chave: dc.subjectBiodigestão anaeróbia-
Palavras-chave: dc.subjectalternativo de efluentes-
Palavras-chave: dc.subjectAgroecologia-
Palavras-chave: dc.subjectPermacultura-
Palavras-chave: dc.subjectTecnologias sociais-
Título: dc.titleVIABILIDADE DO USO DE BIODIGESTOR COMO TRATAMENTO DE EFLUENTES DOMÉSTICOS DESCENTRALIZADO-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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