Planejamento e diversidade: as mazelas da medicina social no ‘país da cordialidade’

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Autor(es): dc.creatorGuimarães, Antonio Carlos Machado-
Autor(es): dc.creatorVillarta-Neder, Marco Antonio-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:13:54Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:13:54Z-
Data de envio: dc.date.issued2020-01-05-
Data de envio: dc.date.issued2020-01-05-
Data de envio: dc.date.issued2009-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/38409-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1136444-
Descrição: dc.descriptionThe issue of public-private relationship has long occupied by the staff of the Brazilian Social Sciences, having produced such classics as the book Raízes do Brasil by Sergio Buarque de Hollanda. In works like this, we emphasize the difficulty of Brazil to assume a behavior governed by impersonal rules. In front of them, are deployed expedients as the “you know with who he is talking to” and “jeitinho” by putting the relationship on the strength of individual projects that relate to healing customs. In its purpose studied, which extends to individual habits, the Social Medicine often had to face the warmth and rigid demarcation between public and private life in the United States. If, in terms of history, we find these forces acting in the “Revolt of the vaccine” in literature, we found the character Simon blunderbuss, the work O alienista that Machado de Assis published in the form of Serial, between 1881 and 1882, the example of the clash between two different ethical, that of cordiality, defined by Sergio Buarque de Hollanda and the pulse of modern science planner.-
Descrição: dc.descriptionO tema da relação público-privado há muito ocupa a pauta das Ciências Sociais brasileiras, tendo produzido clássicos como o livro Raízes do Brasil de Sérgio Buarque de Hollanda. Em obras como esta, enfatiza-se a dificuldade do brasileiro em assumir um comportamento regido por normas impessoais. Diante destas, são mobilizados expedientes como o “sabe com quem está falando” e o “jeitinho”, repondo as relações de pessoa na resistência a projetos que se dizem saneadores dos costumes. Em seu propósito modernizante, que se estende aos hábitos individuais, a Medicina Social teve muitas vezes de enfrentar a cordialidade e a rígida demarcação entre o público e o privado presentes na vida brasileira. Se, no plano da história, vamos encontrar essas forças agindo na “Revolta da Vacina”, no literário, encontramos no personagem Simão Bacamarte, da obra O Alienista que Machado de Assis publicara, na forma de folhetim, entre 1881 e 1882, o exemplo do choque entre duas éticas diferenciadas, a da cordialidade, definida por Sérgio Buarque de Hollanda e a do impulso planificador da Ciência Moderna.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherPontífica Universidade Católica do Paraná-
Direitos: dc.rightsacesso aberto-
Direitos: dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/-
???dc.source???: dc.sourceRevista Brasileira de Gestão Urbana-
Palavras-chave: dc.subjectMedicina social-
Palavras-chave: dc.subjectHábitos e costumes-
Palavras-chave: dc.subjectPlanejamento social-
Palavras-chave: dc.subjectDiversidade cultural-
Palavras-chave: dc.subjectSocial medicine-
Palavras-chave: dc.subjectHabits and customs-
Palavras-chave: dc.subjectSocial planning-
Palavras-chave: dc.subjectCultural diversity-
Título: dc.titlePlanejamento e diversidade: as mazelas da medicina social no ‘país da cordialidade’-
Título: dc.titlePlanning and diversity: social medicine problems in the “cordiality´s country”-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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