Algumas considerações em torno das pretensões da razão prática em Kant: a espontaneidade como chave para a “dedução” do princípio supremo da moralidade

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Autor(es): dc.creatorCunha, João Geraldo Martins da-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:12:35Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:12:35Z-
Data de envio: dc.date.issued2021-09-01-
Data de envio: dc.date.issued2021-09-01-
Data de envio: dc.date.issued2020-04-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/48014-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1135991-
Descrição: dc.descriptionIn this paper, I propose an interpretation for the controversial third section of Groundwork of the Metaphysics of Morals, arguing that the spontaneity of reason plays a central role for the proof of freedom as the foundation of moral law. Without wishing to deal exhaustively with this entire section (and the different problems involved in it), I will resort to a very precise selection of texts and limit my analysis to their initial topics. At first, (I) I outline some of the more general problems involved in this third section; (II) I present my arguments in defense of the centrality of the spontaneity of reason to the conclusive force of the proof intended by Kant; (III) I explore one of the possible consequences of this interpretation with respect to the limitation (and articulation) between theoretical use and practical use of the reason.-
Descrição: dc.descriptionNeste trabalho, proponho uma interpretação para a polêmica terceira seção da Fundamentação à metafísica dos costumes de Kant, defendendo que a espontaneidade da razão cumpre um papel central para a prova da liberdade como fundamento da lei moral. Sem pretender tratar exaustivamente de toda esta seção (e dos diversos problemas envolvidos nela), farei um recorte bem preciso de textos e limitarei minhas análises apenas aos seus tópicos iniciais. Em primeiro lugar, (I) exponho alguns problemas mais gerais envolvidos nesta terceira seção; em seguida, (II) apresento meus argumentos em defesa da centralidade da espontaneidade da razão para a força conclusiva da prova pretendida por Kant; por fim, (III) exploro uma das possíveis consequências desta interpretação no que diz respeito à limitação (e articulação) entre uso teórico e uso prático da razão.-
Idioma: dc.languagept_BR-
Publicador: dc.publisherSociedade Kant Brasileira-
Direitos: dc.rightsrestrictAccess-
???dc.source???: dc.sourceStudia Kantiana-
Palavras-chave: dc.subjectImmanuel Kant (1724-1804)-
Palavras-chave: dc.subjectFundamentação-
Palavras-chave: dc.subjectLiberdade-
Palavras-chave: dc.subjectEspontaneidade-
Palavras-chave: dc.subjectLei moral-
Palavras-chave: dc.subjectFoundation-
Palavras-chave: dc.subjectFreedom-
Palavras-chave: dc.subjectSpontaneity-
Palavras-chave: dc.subjectMoral law-
Título: dc.titleAlgumas considerações em torno das pretensões da razão prática em Kant: a espontaneidade como chave para a “dedução” do princípio supremo da moralidade-
Título: dc.titleThe spontaneity of reason as a key to the deduction of the supreme principle of morality: some notes on the pretensions of practical reason in Kant's philosophy-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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