Special Edition – 22 cem anos depois: Centenary of Week of Modern Art: “Still Modernism? Modernism rides again…”

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.creatorCastro, Conrado Pires de-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-02-09T11:08:15Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-02-09T11:08:15Z-
Data de envio: dc.date.issued2022-07-18-
Data de envio: dc.date.issued2022-07-18-
Data de envio: dc.date.issued2022-01-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://repositorio.ufla.br/handle/1/50634-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://bras-center.com/special-edition-22-cem-anos-depois-centenary-of-week-of-modern-art-still-modernism-modernism-rides-again/-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1134602-
Descrição: dc.descriptionA Semana de Arte Moderna de 1922 não traduz todo movimento modernista, como imaginam as interpretações mais ingênuas, e outras não tão ingênuas, posto que interessadas. Todavia, é inegável que ela, enquanto evento performático, marca uma data. Também o modernismo brasileiro não cabe todo nela, muito menos se restringe à Semana de 22. Não obstante, seus destinos estão, para o bem ou para o mal, de alguma forma ligados entre si. Ao menos porque seus maiores nomes – Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Villa-Lobos, e depois Tarsila do Amaral, dentre os mais conhecidos e reconhecidos – tornaram-se figuras referenciais para a produção artística e na política cultural do século XX no Brasil. De forma que a avaliação destas figuras – e a respeito das suas obras – pesam nas avaliações sobre a Semana e sobre o movimento modernista.-
Descrição: dc.descriptionThe Week of Modern Art does not reflect the whole Modernist Movement, as they imagine the most naive interpretations, and others not so naive, but interested. However, the Week is a milestone. That is undeniable, at least as a performance event. Also, Brazilian Modernism cannot fit only within the Week’s limits. Notwithstanding, its destinies are, for better or worse, connected somehow. At least because some of its greatest figures – Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Villa-Lobos, e latter Tarsila do Amaral, among the most renowned ones – became central to the art production and cultural politics in Brazil during the 20th Century. So that the appraisal of these figures – and their works – weighs heavily in the appreciation of the Week and the Modernist Movement.-
Idioma: dc.languageen-
Publicador: dc.publisherUniversity of Würzburg-
Direitos: dc.rightsrestrictAccess-
???dc.source???: dc.sourceBrazilian Research and Studies Center (BRaS)-
Palavras-chave: dc.subjectSemana de Arte Moderna-
Palavras-chave: dc.subjectModernismo brasileiro-
Palavras-chave: dc.subjectMovimento modernista-
Título: dc.titleSpecial Edition – 22 cem anos depois: Centenary of Week of Modern Art: “Still Modernism? Modernism rides again…”-
Título: dc.title“Ainda o Modernismo? Modernism rides again…”-
Tipo de arquivo: dc.typeArtigo-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal de Lavras (RIUFLA)

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