OCUPAR, RESISTIR E PRODUZIR” EM COMUM: LUTA OPERÁRIA E MEMÓRIA DA FÁBRICA OCUPADA FLASKÔ (2003-2018)

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Autor(es): dc.contributorUniversidade Estadual de Campinaspt_BR
Autor(es): dc.contributor.authorRibeiro, Abner Luiz da Costa-
Data de aceite: dc.date.accessioned2026-01-08T17:41:47Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2026-01-08T17:41:47Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-
identificador: dc.identifier.otherOCUPAR, RESISTIR E PRODUZIR” EM COMUM: LUTA OPERÁRIA E MEMÓRIA DA FÁBRICA OCUPADA FLASKÔ (2003-2018)pt_BR
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1133950-
Resumo: dc.description.abstractA fábrica ocupada Flaskô, localizada em Sumaré, no interior de São Paulo, foi recuperada por seus trabalhadores, que autogeriram a produção de 2003 a 2018, ano em que essa experiência foi suspensa em razão de um corte de energia de diversos ataques ao Movimento das Fábricas Ocupadas (MFO). Devido a sua característica singular de ocupação de fábrica, moradia e atividade cultural e esportiva, a Flaskô foi um caso relevante de luta e resistência frente ao cenário nacional e internacional de desemprego, crise econômica e criminalização dos movimentos sociais. A presente pesquisa tem a finalidade de entender como se desenvolveram as relações de trabalho dentro de uma fábrica sem patrões, como era autogerida a produção e como os trabalhadores ainda se conectam a essa experiência. Quanto a este último aspecto, a dissertação se propõe a abordar a memória do trabalhador em relação aos anos da ocupação, operando com a abordagem e o conceito de patrimônio industrial. As discussões sobre o controle operário e a autogestão se atualizam dentro dos debates em torno do Comum - uma racionalidade oposta à neoliberal - na perspectiva das reflexões de Pierre Dardot e Christian Laval, segundo as quais esse princípio (o Comum) seria aglutinador das lutas sociais no século XXI.. A diferença entre fábricas ocupadas e cooperativas de autogestão será adotada, seguindo uma linha de raciocínio próxima ao desenvolvido pelos trabalhadores da ocupação. A metodologia adotada será a análise documental dos materiais produzidos pelo Centro de Memória Operária e Popular (CEMOP), assim como utilização da História Oral, em que serão registrados os depoimentos dos próprios trabalhadores da fábrica sobre a memória da ocupação. Com essa documentação será produzida um dossiê para a elaboração de uma sequência didática para o Produto Profhistória que dialogue com o ensino de História e a temática da Fábrica Ocupada Flaskô.pt_BR
Tamanho: dc.format.extent17178KBpt_BR
Tipo de arquivo: dc.format.mimetypePDFpt_BR
Idioma: dc.language.isopt_BRpt_BR
Direitos: dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
Licença: dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
Palavras-chave: dc.subjectProfhistóriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectEnsino de Históriapt_BR
Palavras-chave: dc.subjectFlaskôpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectFábricas Ocupadaspt_BR
Palavras-chave: dc.subjectMemória do trabalhadorpt_BR
Palavras-chave: dc.subjectComumpt_BR
Título: dc.titleOCUPAR, RESISTIR E PRODUZIR” EM COMUM: LUTA OPERÁRIA E MEMÓRIA DA FÁBRICA OCUPADA FLASKÔ (2003-2018)pt_BR
Tipo de arquivo: dc.typetextopt_BR
Curso: dc.subject.courseMestrado Profissional em Ensino de Históriapt_BR
Área de Conhecimento: dc.subject.disciplineDissertaçãopt_BR
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