Parou o mundo, nós não: Quilombolas, Covid-19 e trabalho na Amazônia brasileira

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorGuedes, André Dumans-
Autor(es): dc.contributorVieira, Suzane de Alencar-
Autor(es): dc.contributorSilva, Katiane-
Autor(es): dc.creatorPismel, Gleiciane de Oliveira-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-08-21T20:13:14Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-08-21T20:13:14Z-
Data de envio: dc.date.issued2025-04-24-
Data de envio: dc.date.issued2025-04-24-
Fonte completa do material: dc.identifierhttps://app.uff.br/riuff/handle/1/37897-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1056939-
Descrição: dc.descriptionA pandemia de Covid-19 mergulhou a economia global na recessão mais profunda em oito décadas, gerando uma crise nos empregos e meios de subsistência, com impactos desproporcionais sobre populações marginalizadas e o agravamento de desigualdades econômicas. No Brasil, comunidades tradicionais, como as quilombolas, enfrentaram desafios que transcenderam a esfera da saúde pública. Destacando-se a insegurança alimentar e os conflitos territoriais, problemas históricos que persistiram durante a pandemia. Esta pesquisa analisa essas questões a partir das experiências vividas pelos quilombolas do Abacatal, cujo território fica em Ananindeua (PA). Os relatos dos abacataenses ratificam tais problemas ao evidenciarem como a esfera “econômica” foi a mais afetada pela pandemia. A restrição do fluxo entre o interior e o exterior do quilombo, em conformidade com as recomendações globais para conter a disseminação do vírus, agravou a situação, já que poucos possuíam renda fixa. Dessa forma, muitos perderam sua principal fonte de renda, isto é, a venda dos produtos advindos do próprio território (como carvão, polpas de frutas, macaxeira e derivados, além de biojoias). Diante desse cenário, os abacataenses nos mostram toda sua criatividade econômica quilombola. Dos fazeres artísticos à reinvenção de logísticas com o exterior do quilombo, coletivamente os abacataenses reforçaram parcerias, investiram no uso de novas tecnologias, acessaram políticas públicas emergenciais, retomaram sua medicina ancestral, diversificaram os usos do território e intensificaram a solidariedade entre os seus. A pesquisa revela como a comunidade mobilizou estratégias coletivas para enfrentar os desafios impostos pela pandemia.-
Descrição: dc.descriptionFundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro-
Descrição: dc.descriptionThe COVID-19 pandemic has plunged the global economy into its deepest recession in eight decades, triggering a crisis in jobs and livelihoods. This crisis has disproportionately impacted marginalized populations and exacerbated economic inequalities. In Brazil, traditional communities such as the quilombolas faced challenges that extended beyond public health. Historical issues like food insecurity and territorial conflicts persisted and intensified during the pandemic. This research examines these challenges through the experiences of the quilombolas of Abacatal, a community whose territory is in Ananindeua, Pará. The accounts of the Abacataenses highlight how the economic sphere was the most severely affected by the pandemic. Restrictions on movement between the quilombo and surrounding areas—aligned with global recommendations to curb the virus's spread—worsened the situation, as few residents had a stable income. Many lost their primary source of livelihood, which depended on selling products from their territory, such as charcoal, fruit pulp, cassava and its derivatives, and bio-jewelry. In the face of these challenges, the people of Abacatal demonstrated remarkable quilombola economic creativity. From artistic endeavors to reinventing logistics for engaging with the outside world, the Abacataenses collectively strengthened partnerships, embraced new technologies, accessed emergency public policies, revived ancestral medicinal practices, diversified the uses of their territory, and deepened solidarity within their community. The research reveals how the Abacatal community mobilized collective strategies to confront the challenges posed by the pandemic, showcasing their resilience and adaptability.-
Descrição: dc.description96 f.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Direitos: dc.rightsOpen Access-
Direitos: dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/-
Direitos: dc.rightsCC-BY-SA-
Palavras-chave: dc.subjectQuilombolas-
Palavras-chave: dc.subjectAmazônia-
Palavras-chave: dc.subjectCovid-19-
Palavras-chave: dc.subjectTrabalho-
Palavras-chave: dc.subjectQuilombola -- aspecto social-
Palavras-chave: dc.subjectDesigualdade social-
Palavras-chave: dc.subjectCOVID-19, Pandemia de, 2020--
Palavras-chave: dc.subjectAmazon-
Palavras-chave: dc.subjectLabor-
Título: dc.titleParou o mundo, nós não: Quilombolas, Covid-19 e trabalho na Amazônia brasileira-
Tipo de arquivo: dc.typeDissertação-
Aparece nas coleções:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense - RiUFF

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