Em tempo : subdesenvolvimento como revolução. Um diálogo entre Gilles Deleuze e o Cinema Novo de Glauber Rocha.

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MetadadosDescriçãoIdioma
Autor(es): dc.contributorSilva, Cíntia Vieira da-
Autor(es): dc.contributorSilva, Cíntia Vieira da-
Autor(es): dc.contributorSilva, Alberto da-
Autor(es): dc.contributorAlves Júnior, Douglas Garcia-
Autor(es): dc.creatorMoreira, Thiago Ferraz-
Data de aceite: dc.date.accessioned2025-08-21T15:30:49Z-
Data de disponibilização: dc.date.available2025-08-21T15:30:49Z-
Data de envio: dc.date.issued2022-06-07-
Data de envio: dc.date.issued2022-06-07-
Data de envio: dc.date.issued2021-
Fonte completa do material: dc.identifierhttp://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/14939-
Fonte: dc.identifier.urihttp://educapes.capes.gov.br/handle/capes/1017108-
Descrição: dc.descriptionPrograma de Pós-Graduação em Filosofia. Departamento de Filosofia, Instituto de Filosofia, Arte e Cultura, Universidade Federal de Ouro Preto.-
Descrição: dc.descriptionNeste trabalho, buscamos intercruzar os pensamentos de Gilles Deleuze e Glauber Rocha sobre o cinema. Discutimos a complexa questão em torno do tempo, no encalço do pensamento de Henri Bergson e da arte cinematográfica, sobretudo, do cinema moderno em Deleuze, bem como os aspectos em torno das dificuldades de produção trazidas por Glauber Rocha. Problematizamos a questão do “olhar estrangeiro” quanto às produções feitas em condições de subdesenvolvimento e as questões identitárias na engendração da noção de um povo. Tratamos do certame que apreende o conceito de cinema revolucionário e das operações que tangem questões decoloniais, buscando suporte em pensadores como Eduardo Viveiros de Castro, Ismail Xavier, Frantz Fanon, Paulo Emílio Sales Gomes, Marilena Chauí, dentre outros. A conclusão depreende dos ecos deixados pelo Cinema Novo e pelo pensamento filosófico, tal qual as potencias revolucionárias suscitadas pelos conceitos de nômade e clandestinidade.-
Descrição: dc.descriptionIn this work, we seek to intersect the thoughts of Gilles Deleuze and Glauber Rocha on cinema. We discuss the complex issue of time, in the wake of Henri Bergson’s thought, and cinematographic art, especially modern cinema in Deleuze, as well as aspects around the production difficulties brought by Glauber Rocha. We problematize the question of the “foreign look” regarding the productions made in conditions of underdevelopment and the identity issues in the engendering of the notion of a people. We deal with the concept of revolutionary cinema and the operations that touch on decolonial issues, seeking support from thinkers such as Eduardo Viveiros de Castro, Ismail Xavier, Frantz Fanon, Paulo Emílio Sales Gomes, Marilena Chauí, among others. The conclusion is based on the echoes left by Cinema Novo and by philosophical thought such as the revolutionary potential raised by the concepts of nomad and clandestinity.-
Formato: dc.formatapplication/pdf-
Idioma: dc.languagept_BR-
Direitos: dc.rightsaberto-
Direitos: dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/us/-
Direitos: dc.rightsAutorização concedida ao Repositório Institucional da UFOP pelo(a) autor(a) em 03/05/2022 com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 4.0 que permite copiar, distribuir e transmitir o trabalho, desde que sejam citados o autor e o licenciante. Não permite a adaptação.-
Palavras-chave: dc.subjectGilles Deleuze-
Palavras-chave: dc.subjectGlauber Rocha-
Palavras-chave: dc.subjectFilosofia no cinema-
Palavras-chave: dc.subjectCinema - estética-
Palavras-chave: dc.subjectRevolucionários-
Título: dc.titleEm tempo : subdesenvolvimento como revolução. Um diálogo entre Gilles Deleuze e o Cinema Novo de Glauber Rocha.-
Tipo de arquivo: dc.typelivro digital-
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